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Esquenta dos mercados: Bolsas internacionais tentam alta com falas de representantes do Fed no radar; Ibovespa acompanha agenda de Haddad hoje

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A semana pré-carnaval no Brasil começou agitada e sob pressão das bolsas internacionais. Mas, o Ibovespa driblou a cautela externa e ficou próximo a zerar as perdas das primeiras sessões de fevereiro.

O Ibovespa encerrou o pregão com alta de 0,32%, aos 127.593 pontos.

Já o dólar fechou a R$ 4,9818, com avanço de 0,27%, no mercado à vista.

Por aqui, os investidores acompanharam a retomada das atividades do Congresso Nacional e o pontapé dos resultados trimestrais dos bancos, com os números do BTG Pactual (BPAC11) antes da abertura e do Itaú (ITUB4), que deve divulgar o balanço após o fechamento dos mercados.

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Além disso, a fusão entre a Arezzo (ARZZ3) e o Grupo Soma (SOMA3) foi o destaque do noticiário corporativo nesta segunda-feira.

Mas, apesar do cenário doméstico movimentado, as atenções ficaram concentradas nos Estados Unidos, novamente, com novos indícios de que os cortes nos juros na maior economia do mundo não devem vir tão cedo quanto o esperado. O mercado agora vê, com mais otimismo, cortes a partir de junho.

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Ontem (4), em uma entrevista ao programa ‘60 Minutes’, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, reiterou que o banco central norte-americano só cortará os juros quando estiver confiante de que a inflação caminha realmente para a meta de 2% ao ano.

Confira o que movimentou o mercado nesta segunda-feira (5).



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