Acontece nesta quarta-feira (28) o Júri Popular dos acusados de terem matado o engenheiro César Henrique Rinhel, em Ribeirão Preto. O crime, que aconteceu em dezembro de 2023, teria sido motivado por causa de uma briga na compra de uma caminhonete, que havia sido furtada.
Segundo a investigação, o engenheiro desconhecia a origem do veículo. Quando ele foi morto, ele teria ido até uma oficina mecânica em Ribeirão Preto para tirar satisfação com o homem que vendeu o carro.
Caminhonete furtada
A vítima foi presa em 2023 após ser abordado pela polícia, que constatou que ele dirigia uma caminhonete produto de furto e que estava com as características adulteradas. César Henrique alegou que desconhecia o crime. Após audiência de custódia, ele pagou fiança e foi liberado.
Em 14 de dezembro, o engenheiro acompanhava um amigo em tratamento médico em um hospital de Ribeirão Preto. Após deixá-lo na Santa Casa, a vítima foi até uma oficina nos Campos Elíseos, onde comprou a caminhonete.
No local, a vítima teria confrontado o vendedor da caminhonete e acabou sendo baleado duas vezes. Em seguida, o corpo do engenheiro foi colocado no porta-malas de um carro e levado até o canavial em Serrana, onde foi enterrado.
No momento em que o corpo era enterrado, funcionários de uma usina notaram a movimentação e acionaram os seguranças. Na chegada dos seguranças, os suspeitos já tinham deixado o local no carro. A polícia foi chamada e encontrou o corpo do engenheiro.
Outro lado
Na ocasião, foram presos Sullyvan Mike Tavares de Sousa e Hugo César Silva Dias, acusados de envolvimento no crime. De acordo com o advogado Cassiano Figueiredo, Hugo teria agido em legítima defesa, com temor de represálias pelo ocorrido.
“Entendemos que Hugo César, em relação ao crime de homicídio, agiu amparado pela legítima defesa, o que se confirma com todas as provas que foram produzidas e as contradições e omissões da acusação, somada à colaboração espontânea dele com a investigação, tendo participado até mesmo de reconstituição, o que será comprovado em plenário”, afirma o advogado.
A defesa de Sullyvan não foi encontrada para comentar o caso.
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