A defesa de Elizabete Arrabaça, mãe do médico Luiz Antônio Garnica, e sogra da professora Larissa Talle Leôncio Rodrigues, entrou com pedido de liberdade no STF (Supremo Tribunal Federal). O habeas corpus deu entrada na última quarta-feira (29) e será analisado pelo ministro Gilmar Mendes.
Segundo o advogado Bruno Corrêa, que afirma que Elizabete não tem envolvimento na morte de Larissa, o pedido é para soltara ou prisão domiciliar. Elizabete tem 67 anos e já precisou passar por atendimento médico desde que foi presa temporariamente, no dia 6 de maio.
O caso
A professora Larissa foi encontrada morta no apartamento em que ela morava na zona Sul de Ribeirão Preto no dia 22 de março. Durante a investigação, a Polícia Civil apontou Elizabete e Luiz Antônio como suspeitos de envolvimento na morte da professora. Os dois negam o crime.
Segundo o delegado Fernando Bravo, responsável pelo caso, Larissa teria sido envenenada com chumbinho. Um exame toxicológico identificou a presença da substância no sangue de Larissa.
Durante as investigações, a polícia descobriu que Elizabete teria procurado informações sobre o chumbinho duas semanas antes da morte de Larissa. Neste período, a professora havia relatado sintomas como vômito, diarreia e tontura.
Além do STF
Mesmo com a entrada do pedido de habeas corpus no STF, as defesas de Elizabete Arrabaça e Luiz Antônio Garnica também entraram com pedido de liberdade no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).
O TJ-SP já negou o pedido liminarmente, mas o mérito do habeas corpus ainda deve ser julgado pelo colegiado do tribunal.
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