O Ceise Br (Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis), que tem sede em Sertãozinho, na região de Ribeirão Preto, se posicionou contra o aumento da alíquota do IOF. A medida foi anunciada na semana passada pelo Governo Federal.
A entidade disse que a medida afeta diretamente o ambiente de negócios e a competitividade do setor industrial. “Entendemos que políticas que aumentam a carga tributária sem alinhamento com os setores produtivos criam insegurança e dificultam o planejamento das empresas”, aponta em comunicado.
“Esse tipo de ação impacta não apenas as operações financeiras das indústrias, mas também a capacidade de investimento e expansão de negócios, especialmente em um momento em que o país precisa consolidar sua recuperação econômica”.
Para o Ceise Br, a elevação do IOF pode representar um custo adicional que poderá prejudicar a manutenção de empregos, reduzir a competitividade das empresas brasileiras frente ao mercado internacional e desestimular o investimento em inovação e tecnologia.
‘É preciso discutir’
Nesta sexta-feira (30), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) disse que o aumento do imposto precisa ser discutido, mas ressaltou que “o recurso é necessário”. A declaração ocorre após o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REP), afirmar que o Congresso Nacional quer “construir uma solução” com o governo em torno do tema.
“Essa medida do IOF é exatamente para evitar um aumento ainda maior da taxa de juros e até ajudar que ela possa cair mais depressa. É importante manter o déficit zero, do ponto de vista fiscal”, disse Alckmin.
“Estamos otimistas. Eu acho que o Brasil tem tudo para ter um crescimento ainda melhor este ano. O que nos preocupa é a taxa de juros, não é? Uma taxa de juros muito elevada”, completou o vice-presidente.
(com informações Estadão Conteúdo).
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