Caso Larissa: Justiça nega prisão domiciliar à sogra suspeita de matar professora

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A Justiça negou, no final da tarde desta sexta-feira (30), o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa de Elizabete Arrabaça, sogra de Larissa Rodrigues, professora de pilates morta por envenenamento. O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri negou o pedido ao considerar que a requerente não preenche os requisitos legais para o benefício

Elizabete e o filho, Luiz Antônio Garnica, estão presos preventivamente desde o dia 6 de maio. Eles são, respectivamente, sogra e marido da vítima, que morreu após ingerir veneno conhecido como chumbinho, em março deste ano, em Ribeirão Preto.

No dia 10 de maio, a Justiça já havia negado o pedido de liberdade para ambos os acusados. A defesa de Elizabete informou que irá analisar as medidas cabíveis a serem tomadas após a nova decisão.

Vale ressaltar que a defesa de Elizabete também entrou com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), que deu entrada na última quarta-feira (29) e será analisado pelo ministro Gilmar Mendes.

Segundo o advogado Bruno Corrêa, a defesa busca obter a liberdade de Elizabete ou, alternativamente, a prisão domiciliar, pois ela tem 67 anos e já recebeu atendimento médico desde que as autoridades a prenderam temporariamente.


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