Caso Larissa: polícia pede para prorrogar prisões temporárias dos suspeitos

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A Polícia Civil de Ribeirão Preto solicitou a prorrogação das prisões temporárias de Elizabete Arrabaça e do filho dela, o médico Luiz Antonio Garnica. Ambos são suspeitos de envolvimento na morte da professora Larissa Rodrigues.

O pedido foi feito na última sexta-feira (30). Agora, o Ministério Público analisa a solicitação. De acordo com o promotor Marcus Túlio Nicolino, a possibilidade de acatar o pedido é alta, pois há risco de que, em liberdade, os suspeitos possam influenciar ou atrapalhar a coleta de provas que ainda está em andamento.

O Ministério Público concordou com a prorrogação das prisões, mas a decisão final depende do juiz responsável pelo caso. Vale ressaltar que essa decisão deve sair antes do dia 5 de junho, data em que se encerra o prazo da prisão temporária inicial.

Prisão domiciliar negada

A Justiça negou, no final da tarde de sexta-feira (30), o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa de Elizabete Arrabaça, sogra de Larissa Rodrigues, professora de pilates morta por envenenamento. O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri negou o pedido ao considerar que a requerente não preenche os requisitos legais para o benefício

Elizabete e o filho, Luiz Antônio Garnica, estão presos preventivamente desde o dia 6 de maio. Eles são, respectivamente, sogra e marido da vítima, que morreu após ingerir veneno conhecido como chumbinho, em março deste ano, em Ribeirão Preto.


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