Polícia solicita exumação de cachorra que morreu sob cuidados de Elizabete Arrabaça

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A Polícia Civil de Ribeirão Preto agendou para 10 de julho, às 10h, a exumação da cadela Babi, que morreu 15 dias antes da tutora, Nathália Garnica. O procedimento faz parte da investigação que aponta Elizabete Arrabaça, mãe de Nathália, como principal suspeita pelos crimes.

Os agentes apuram se Elizabete utilizou veneno de rato, conhecido como chumbinho, nas duas vítimas. A polícia considera a possibilidade de que ela tenha testado a substância na cadela antes de aplicá-la nas mulheres.

Um depoimento prestado por Eveline Arrabaça, irmã de Elizabete, reforçou essa linha de investigação. Segundo Eveline, a irmã chegou a ironizar a morte do animal e chegou a enviar um vídeo mostrando a cadela agonizando.

O caso envolvendo a morte da cadela ocorreu no fim de janeiro deste ano. Apesar do tempo decorrido, o coordenador do Instituto Médico Legal Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Márcio de Barros Bandarra, afirmou que ainda é possível identificar vestígios de veneno.

Segundo ele, a análise da terra onde o corpo foi enterrado pode revelar a presença de substâncias tóxicas.


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