Exumação de cachorrinha que estava com Elizabete Arrabaça será nesta quinta-feira

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Os peritos do IML (Instituto Médico Legal) de Ribeirão Preto realizam nesta quinta-feira (10) a exumação da cadela Babi, que morreu 15 dias antes da tutora, Nathália Garnica. O procedimento faz parte da investigação que aponta Elizabete Arrabaça, mãe de Nathália, como principal suspeita pela morte da filha Nathália e do animal.

A cachorra estava com Elizabete Arrabaça no apartamento em que ela morava na zona Sul de Ribeirão Preto. Elizabete também foi denunciada pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo) pela morte da nora, a professora Larissa Rodrigues, no último mês de março – além dela, o marido de Larissa, Luiz Antônio Garnica, também foi denunciado.

Morte da cachorrinha

Os agentes apuram se Elizabete utilizou veneno de rato, conhecido como chumbinho, na cachorrinha. A suspeita da Polícia Civil é que ela teria testado a substância na cadela antes de envenenar a filha e a nora.

Um depoimento prestado por Eveline Arrabaça, irmã de Elizabete, reforçou essa linha de investigação. Segundo Eveline, a irmã chegou a ironizar a morte do animal e chegou a enviar um vídeo mostrando a cadela agonizando.

O caso envolvendo a morte da cadela ocorreu no fim de janeiro deste ano. A cachorrinha Babi foi enterrada no quintal da casa do pai da Larissa.

É válido lembrar que Elizabete sempre negou envolvimento nos crimes.

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