A informação de que o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta um quadro de insuficiência venosa crônica reacendeu a atenção para uma doença comum, mas que muitas vezes passa despercebida. A condição afeta milhões de pessoas no mundo e pode limitar a qualidade de vida se não for tratada corretamente.
Para entender melhor a doença, o acidade on conversou com o Dr. Antônio Avanza Jr, professor da pós-graduação médica em cardiologia da Afya Vitória. O especialista explicou o que caracteriza a insuficiência venosa crônica, quais os riscos, como identificar os sinais e quais são os tratamentos disponíveis.
O que é insuficiência venosa crônica?
Segundo o Dr. Avanza, a insuficiência venosa crônica acontece quando as veias das pernas perdem a capacidade de levar o sangue de volta ao coração.
Isso geralmente ocorre por falhas nas válvulas venosas, que deveriam impedir o refluxo. Quando elas não funcionam bem, o sangue se acumula nos membros inferiores, gerando aumento da pressão venosa e sintomas progressivos
explica
Sintomas mais comuns
Entre os principais sintomas da doença estão:
- Sensação de peso nas pernas
- Cansaço, dor, queimação e coceira
- Inchaço, especialmente ao fim do dia
- Presença de varizes visíveis
- Alterações na pele, como escurecimento e endurecimento
- Feridas ou úlceras de difícil cicatrização, em casos avançados
É importante procurar um especialista se esses sintomas aparecerem com frequência, especialmente quando pioram ao longo do dia e melhoram com elevação das pernas
orienta o cardiologista.
Trump pode ter a rotina afetada?
De acordo com o especialista, a rotina de Trump pode sim ser impactada.
“Nos estágios iniciais, o tratamento costuma controlar bem os sintomas. Mas se a doença evoluir, ela pode causar limitações, dores crônicas e até complicações mais graves, como trombose venosa profunda. Em figuras públicas com agendas intensas, pausas regulares para movimentação e acompanhamento médico são essenciais.”
Existe cura?
Dr. Avanza esclarece que a insuficiência venosa crônica não tem cura definitiva, mas pode ser controlada. O tratamento inclui:
- Mudança no estilo de vida
- Uso de meias de compressão
- Elevação das pernas
- Prática regular de atividades físicas
- Medicamentos venotônicos
- Procedimentos minimamente invasivos, como laser ou radiofrequência
- Cirurgias, em casos mais graves
O que causa a doença?
Fatores como idade, genética, obesidade, gravidez, sedentarismo e histórico de trombose aumentam o risco.
A permanência prolongada em pé ou sentado, viagens longas e o estresse também contribuem para agravar o quadro
reforça o especialista.
Diagnóstico e prevenção
O diagnóstico é feito com base nos sintomas e confirmado por exames como o ecodoppler venoso, que avalia a circulação nas pernas. Para prevenir ou retardar o avanço da doença, o médico recomenda:
- Evitar longos períodos parado
- Manter-se ativo fisicamente
- Controlar o peso
- Usar meias de compressão em situações de risco, como viagens
- Beber bastante água e manter hábitos saudáveis
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