Avançar para o conteúdo

Brasil sai do Mapa da Fome

Arte B — 970x250
Só restam 3 vagas
Aumente suas
chances de ser chamado.
Reestruturamos seu currículo para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes em 2026
Quero minha análise
Resposta em 1h · Sem compromisso



O Brasil está fora do Mapa da Fome, segundo anunciou nesta segunda-feira, 28, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU). O resultado reflete a média trienal 2022/2023/2024.

Nesse período, o País está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente. Esse é o critério usado pelas Nações Unidas para considerar se o Brasil está ou não no mapa da fome.

Apesar da melhora, há cerca de 7 milhões de brasileiros em insegurança alimentar severa. Outros 28,5 milhões de brasileiros estão em quadros de insegurança considerada moderada ou grave.

Arte A — 300x250
Só restam 3 vagas
Cansado de
não ser chamado
para entrevistas?
Reestruturamos seu currículo
para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes satisfeitos em 2026
Quero ser chamado
Resposta em até 1h · Sem compromisso
Consultoria de Recolocação · (16) 99126-8411

Em crianças, além dos impactos físicos imediatos (como o risco maior de doenças infecciosas), a desnutrição atrasa o desenvolvimento cognitivo e prejudica a aprendizagem.

O Brasil havia saído do Mapa da Fome em 2014, o que se manteve até 2018. Com os reflexos da crise econômica iniciada em 2015 e, depois, com a pandemia, houve aumento da pobreza e dificuldade de acesso a alimentos.

Arte B — 300x250
Só restam 3 vagas
Aumente suas
chances de ser
chamado para entrevistas.
Reestruturamos seu currículo para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes satisfeitos em 2026
Quero minha análise
Resposta em até 1h · Sem compromisso
Consultoria de Recolocação · (16) 99126-8411

Além dos reflexos da covid-19, o cenário de guerras – como a da Ucrânia – e de mudanças climáticas causa pressão sobre os preços da comida em várias partes do mundo.

Por Redação O Estado de S. Paulo





Source link