A Prefeitura de Ribeirão Preto informou que iniciou a segunda fase de implantação das Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs), armadilhas utilizadas no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.
De acordo com as informações, serão instaladas 800 armadilhas em 224 pontos dos distritos Sul, Oeste e Norte da cidade. As armadilhas foram desenvolvidas pela Fiocruz Amazônia.
Na primeira etapa, em abril de 2025, foram instaladas 1.200 armadilhas em residências dos bairros localizadas em bairros como Vila Virgínia, Parque Ribeirão, Jardim Piratininga e Vila Guiomar (atualmente, esses dispositivos estão passando pela terceira manutenção).
Desta vez, os agentes do DVAS (Departamento de Vigilância em Saúde) miram locais como depósitos de sucatas e ferros-velhos, que acumulam grande potencial de criadouros
informou a Administração
De acordo com dados da Secretaria da Saúde, atualizados em 12 de agosto, Ribeirão Preto registrou 21.280 casos confirmados de dengue e duas mortes desde o início de 2025.

Como funcionam as armadilhas?
As EDLs consistem em um pote com água, uma tela e larvicida em pó. Quando o mosquito pousa na armadilha, entra em contato com o produto químico e, ao sair, transporta o larvicida para outros criadouros. Isso faz com que a presença de larvas diminua em várias áreas.
Segundo a diretora do DVAS, Luzia Márcia Romanholi Passos, essa estratégia é essencial para que a cidade esteja preparada para o próximo período de chuvas, quando o risco de criadouros aumenta significativamente.
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