Elizabete Arrabaça, acusada de ter envenenado a nora, a professora Larissa Rodrigues em Ribeirão Preto, chegou a Penitenciária Feminina de Tremembé, no interior de São Paulo, nesta quarta-feira (20).
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A informação foi confirmada pela defesa da mulher na tarde de hoje. “Elizabete acabou de chegar e está passando por exames. Ela irá direto para a cela, pois a disposição em Tremembé é diferente”.
De acordo com o advogado Bruno Corrêa, Elizabete foi transferida da Penitenciária Feminina de Votorantim por problemas de saúde, já que estava internada na enfermaria da unidade.
A unidade recebeu duas presas, então a unidade não teve mais condições de receber a Elizabete na enfermagem […] Pela repercussão, ela provavelmente não seria aceita pelas presas
Bruno Corrêa, advogado de defesa
Vale dizer que unidade prisional para onde a mulher foi transferida é conhecida por receber detentos de casos de grande repercussão nacional. Além de Votorantim, Elizabete também passou pelas cadeias de São Joaquim da Barra e por Mogi Guaçu.
O caso
No último mês de julho, a Justiça aceitou a denúncia contra o médico Luiz Antonio Garnica e a mãe dele, Elizabete Arrabaça, pela morte da professora de pilates Larissa Rodrigues, ocorrida em Ribeirão Preto.

O Ministério Público acusou os dois por feminicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Eles negam envolvimento na morte da professora.
De acordo com a denúncia apresentada pelo MP, Larissa foi envenenada de forma progressiva com chumbinho. O objetivo, segundo o órgão, era provocar um quadro de intoxicação crônica que parecesse natural, com a administração de pequenas doses ao longo de vários dias.
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