A Justiça de São Paulo autorizou a quebra do sigilo do celular da veterinária Nathália Garnica, que morreu envenenada em fevereiro, em Ribeirão Preto. O celular dela foi localizado por familiares com Elizabete Arrabaça, mãe da vítima e suspeita de envolvimento no crime.
De acordo com as informações, a Polícia Civil quer identificar ligações e mensagens enviadas ou recebidas por Natália antes de sua morte. Exames do Instituto Médico Legal (IML) apontaram a presença de “chumbinho” no corpo da vítima.
Além do caso de Nathália, Elizabete também acusada de matar envenenada a nora, Larissa Rodrigues, e é investigada em outros três inquéritos. Ela está presa na Penitenciária Feminina de Tremembé, no interior de São Paulo.
Inicialmente, o caso de Nathália Garnica foi registrado como morte natural, no entanto, a proximidade com a cunhada, Larissa Rodrigues, chamou a atenção da polícia. O laudo da morte da professora também apontou a presença de “chumbinho” no corpo dela.
O marido de Larissa, o médico Luiz Antonio Garnica, também foi preso e é apontado pelo Ministério Publico (MP) como o mandante da morte dela. A Polícia também investiga a participação dele na morte da irmã.
Investigação
A Polícia Civil começou a investigar a morte de Nathália Garnica como homicídio, depois de que IML confirmou a presença de veneno de rato em três órgãos dela, durante a exumação de seu corpo, em Pontal, a 40 quilômetros de Ribeirão Preto.
O resultado indicou que o produto ingerido pela vítima não é o mesmo que causou a morte de Larissa Rodrigues, mas pertence à mesma classe de venenos utilizados em casos de envenenamento por chumbinho.
A conclusão do exame toxicológico contraria uma carta enviada à Justiça por Elizabete Arrabaça. A polícia também pediu a exumação da cadela Babi, que pertencia a Nathália e morreu 15 dias antes da tutora.
A suspeita é de que mulher tenha testado a substância no animal antes de envenenar a filha. Elizabete sempre negou as acusações, mas passou a ser investigada porque, em ambos os casos (Nathália e Larissa), foi a última pessoa a vê-las vivas.
*Com informações da EPTV
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