
Estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira, 28 de agosto, indica que Ribeirão Preto tem 731.639 habitantes, crescimento de 0,44% em relação aos 728.400 moradores do ano passado, 3.239 a mais, segundo dados publicados no Diário Oficial da União que apontam o total de pessoas nos estados e municípios até o dia 1º de julho deste ano.
Com base na média nacional, Ribeirão Preto tem 380.452 mulheres (52%) e 351.187 homens (48%). A região metropolitana, formada por 34 cidades, é a 19ª mais populosa do país, com 1.707.166 habitantes, alta de 0,28% em comparação com os 1.702.452 do ano passado, 4.714 a mais. São 887.726 do sexo feminino (52%) e 819.440 do masculino (438%). A liderança é da RM de São Paulo, com 21.555.260 pessoas.
Santa Cruz da Esperança, com 2.168 habitantes, é o município menos populoso da região metropolitana. Depois de Ribeirão Preto, as duas cidades com mais moradores na RMRP são Sertãozinho (132.176) e Jaboticabal (73.473). Na macrorregião, Araraquara tem 253.474, Barretos conta com 126.957, Franca tem 365.494 e São Carlos, 266.427.
Região – O levantamento do IBGE também aponta crescimento da população nas outras cinco maiores cidade da região. Em Barretos, saltou de 126.600 em 2024 para 126.957, aumento de 0,28% e 357 a mais. Em Batatais, passou de 59.873 para 59.939, aporte de 66 moradores e alta de 0,11%.
Em Franca, subiu de 364.331 para 365.494, crescimento de 0,32% e 1.163 habitantes a mais neste ano. Em Jaboticabal, saltou de 73.467 em 2024 para 73.473 em julho de 2025, taxa inferior a 0,1% e seis a mais. Em Sertãozinho, subiu de 131.600 para 132.176, alta de 0,44%. São 576 a mais.
Censo – Em 2023, segundo dados do Censo Demográfico de 2022, ano em que não houve divulgação, eram 698.642 habitantes em Ribeirão Preto. Nesse caso, o crescimento chega a 4,72%, com 32.997 a mais. Em julho de 2021, a cidade tinha 720.116 habitantes. Eram 711.825 pessoas em 2020, contra 703.293 em 2019. Em 2018 o IBGE encontrou 682.302 “ribeirão-pretanos” na cidade.
A taxa de crescimento da população ribeirão-pretana supera a estadual (0,24%), a regional (0,28%) e a nacional (0,39%). Ribeirão Preto é a 29ª cidade mais populosa do Brasil contando com as capitais – sem é a 11ª. É a oitava com mais habitantes no Estado de São Paulo, atrás da capital (11.904.961), Guarulhos (1.349.100), Campinas (1.187.974), São Bernardo do Campo (841.154), Santo André (782.048), Sorocaba (762.172) e Osasco (759.524).
Em relação aos 604.682 moradores do levantamento realizado pelo Censo Demográfico de 2010, são 126.957 “ribeirão-pretanos” a mais em 2024, crescimento de 21 em 15 anos. Além de São Paulo, Ribeirão Preto está atrás de outras 17 capitais de Estado em número de habitantes.
Perde para Rio de Janeiro (RJ – 6.730.729), Brasília (DF – 2.996.899), Fortaleza (CE – 2.5784.483), Salvador (BA – 2.564.204), Belo Horizonte (MG – 2.415.872), Manaus (AM – 2.303.732), Curitiba (PR – 1.830.795), Recife (PE – 1.588.376) e Goiânia (GO – 1.503.256).
Também está atrás de Belém (PA – 1.397.315), Porto Alegre (RS – 1.388.794), São Luís (MA – 1.089.215), Maceió (AL – 994.952), Campo Grande (MS – 962.883), Teresina (PI – 905.692), João Pessoa (PB – 897.633) e Natal (RN – 784.24398).
Está à frente de nove capitais de Estado: Cuiabá (MT – 691.875), Aracajú (SE – 630.932), Florianópolis (SC – 587.486), Porto Velho (RO – 517.709), Macapá (AP – 489.676), Boa Vista (RR – 485.477), Rio Branco (AC – 389.001), Vitória (ES – 343.378) e Palmas (TO – 328.499). Juntas, as capitais respondem por 23,10% da população brasileira.
Brasil – A população do Brasil é estimada em 213.421.037 habitantes, de acordo com novos dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa, publicada no Diário Oficial da União, aponta o total de moradores de Estados e municípios. O crescimento é de 0,39% na comparação com os dados do ano passado.
Em 2024, a estimativa apresentada foi de 212.583.750 pessoas. São 837.287 brasileiros e mais. Nos últimos anos, o Censo Demográfico e as projeções populacionais do IBGE tem mostrado uma desaceleração do crescimento da quantidade de habitantes, reflexo da queda do número de filhos por mãe e do envelhecimento dos brasileiros.
Estados – Com 46.081.801moradores estimados, São Paulo continua sendo o Estado com maior número de habitantes. O crescimento em dois anos chega a 3,52%. São 108.607 pessoas a mais que os 45.973.194 paulistas de 2024, segundo o IBGE, alta de 0,24%
Minas Gerais (21.393.441), Rio de Janeiro (17.223.547), Bahia (14.870.907), Paraná (11.890.517), Rio Grande do Sul (11.233.263), Pernambuco (9.562.007), Ceará (9.268.836), Pará (8.711.196), Santa Catarina (8.187.029), Goiás (7.423.629) e Maranhão (7.018.211).
A lista ainda traz Amazonas (4.321.616), Paraíba (4.164.468), Espírito Santo (4.126.854), Mato Grosso (3.893.659), Rio Grande do Norte (3.455.236), Piauí (3.384.547), Alagoas (3.220.848), Distrito Federal (2.996.899), Mato Grosso do Sul (2.924.631), Sergipe (2.299.425), Rondônia (1.751.950), Tocantins (1.586.859), Acre (884.372), Amapá (806.517) e Roraima (738.772).
Recursos – As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos. Esta divulgação anual obedece ao artigo 102 da lei nº 8.443/1992 e à lei complementar nº 143/2013.
As populações dos municípios foram estimadas por um procedimento matemático e são o resultado da distribuição das populações dos estados, projetadas por métodos demográficos, entre seus diversos municípios. O método baseia-se na projeção da população estadual.
Também considera a tendência de crescimento dos municípios, delineada pelas populações municipais captadas nos dois últimos Censos Demográficos (2010 e 2022). As estimativas municipais também incorporam alterações de limites territoriais municipais ocorridas após 2010.
Alfredo Risk
A taxa de crescimento da população ribeirão-pretana (de 0,44%) supera a estadual (0,24%), a regional (0,28%) e a nacional (0,39%).