Trânsito já provocou 54 mortes em Ribeirão

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Balanço divulgado pelo novo painel do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito (Infosiga-SP) indica que o trânsito de Ribeirão Preto já registrou 54 mortes em 2025, oito a menos que as 62 dos primeiros sete meses do ano passado, queda de 12,.90%. Também caiu 57,14% na passagem de junho para julho, de sete para três, quatro a menos.  
 
A queda chega a 72,73% quando a comparação é com os onze casos de julho de 2024, oito óbitos a menos. Neste ano, ainda ocorreram doze mortes em maio, quatro em abril, dez em março, onze em fevereiro e sete em janeiro. Encerrou o ano passado com uma morte a cada 80 horas. Foram 109 em doze meses, 26 a mais que os 83 óbitos de 2023, aumento de 31,33%.  
 
A cidade também bateu o recorde histórico de 2022, quando 101 pessoas morreram nas vias do município. São oito a mais, aumento de 7,92% Após registrar seis óbitos em janeiro, oito em fevereiro, seis em março, sete em abril, onze em maio, 13 em junho o mais mortal do ano , onze em julho, dez em agosto, nove em setembro, dez em outubro e oito em novembro, a cidade contabilizou mais dez vítimas fatais em dezembro de 2024.  
 
Em sete meses deste ano, manteve o quinto lugar no ranking estadual dos últimos doze meses, com 101 óbitos (foram 109 mortes até junho) e taxa de 14,33 mortes por 100 mil habitantes, abaixo dos 15,46 do mês anterior. Jundiaí lidera (taxa de 17,85), seguida por Sorocaba (17,73), Piracicaba (17,56) e São Vicente (15,22).  
 
O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito considera uma população de 704.874 pessoas em Ribeirão Preto. O balanço anual mostra queda no total de óbitos registrados em 2023, em comparação com 2022. Foram 83 mortes nas ruas, avenidas, alamedas, viadutos e rodovias que cortam o município em 2023, ante 101 do mesmo período do ano anterior – pela primeira vez um placar centenário –, 18 a menos e queda de 17,82%.  
 
Perfil – Em sete meses deste ano, 30 vítimas estavam de motocicleta (55% do total), dez de bicicleta (19%), sete eram pedestres (13%) e sete estavam de carro (13%). São 41 homens (76%) e 13 mulheres (24%). No ano passado, 61 vítimas estavam de motocicleta (56% do total), 74,29% acima dos 35 de 2023 (33,75% das mortes), 26 a mais.  
 
Em 2024, outras 25 eram pedestres (23%), três não têm identificação (3%), doze estavam de carro (11%), seis de bicicleta (6%), uma em caminhão e uma em ônibus (1%). São 89 homens (82%) e 20 mulheres (18%), segundo o painel do Infosiga-SP  
 
Neste ano, 14 mortes ocorreram em rodovias dentro do perímetro urbano (25,9%), 36 em vias municipais (66,7%) e quatro não tiveram o local identificado (7,4%). Trinta e duas mortes ocorreram em rodovias dentro do perímetro urbano (29,47%) em 2024. Outras 62 foram registradas em vias municipais (56,94%) e 15 ainda não têm identificação de local (13,8%), segundo o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito 
 
Em 2023, além das 35 vítimas de motocicleta, outras 18 estavam de carro (21,69%), quatro de caminhão (4,82%), 17 eram pedestres (20,48%), quatro eram ciclistas (4,82%) e cinco não foram identificadas (6,02%), de acordo com o painel.  
 
Sessenta e nove vítimas eram homens (83%) e 14 eram mulheres (17%). Vinte e três mortes ocorreram em acidentes nas rodovias dentro do perímetro urbano (27,71%). Outras 52 foram registradas em vias municipais (62,65%) e oito ainda não têm identificação de local (9,64%). 
 
Mortes em 2022 – O número de mortes em decorrência de acidentes de trânsito no ano passado, em Ribeirão Preto, é 21,68% superior ao total de 2021. A cidade registrou 101 óbitos, contra 83 de 2021. São 18 casos a mais. O município superou a barreira de 100 vítimas fatais em 365 dias pela primeira vez. 
 
Isso nunca havia acontecido desde o lançamento da plataforma, entre 2015 e 2016. Ate então, o pico havia sido registrado em 2017, com 88 mortes, e o menor índice em 2019, de 71 óbitos. A malha viária é composta por mais de 1,5 mil quilômetros de vias municipais e também de rodovias concedidas pelo Estado.  



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