Cleber Balduino de Oliveira, acusado de matar e enterrar a ex-companheira, Maria de Fátima Batista Silva, foi condenado a 26 anos de prisão em regime fechado. O crime aconteceu em setembro de 2024 em Ituverava, cidade a 102 quilômetros de Ribeirão Preto.
O Tribunal do Júri condenou o homem, que está preso desde outubro do ano passado, por homicídio qualificado, feminicídio e ocultação de cadáver. A defesa de Cleber não foi localizada.


Relembre o caso
Em 26 de setembro, Maria de Fátima Batista Silva, de 31 anos, foi vista pela última vez quando foi filmada por câmeras de segurança entrando na casa do ex-namorado. Não há imagens dela saindo da residência.
No dia seguinte, por volta das 4h40 da madrugada, as câmeras registraram Cleber deixando o imóvel em uma caminhonete e retornando horas depois. Nas imagens foi possível ver o veículo sujo de terra, por esse motivo, os polícias começaram a suspeitas do homem.

Aos policiais, ele chegou a dizer que não sabia onde a ex-namorada estava, no entanto, durante depoimento confessou ter matado a mulher.
Ele ainda contou que matou Maria de Fátima estrangulada e indicou o local onde havia enterrado a vítima. O corpo foi achado em uma área próxima à estrada vicinal que liga Igarapava a Buritizal.
Brigas e ciúmes
No registro do desaparecimento, a amiga de Maria de Fátima relatou aos policiais que ela havia se separado de Cleber em julho, devido a um relacionamento conturbado, com muitas brigas.
Ela ainda disse que o homem fazia constantes ameaças à amiga. Além disso, mesmo separados, Cleber demonstrava ciúme excessivo e dizia que mataria a ex-namorada se a visse com outro homem.


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