O Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto informou na tarde desta sexta-feira (3) que o paciente de Barrinha, que havia sido internado por suspeita de intoxicação por metanol, teve o diagnóstico descartado e já recebeu alta.
Contudo, o hospital informou que ainda investiga a situação de um segundo paciente sob suspeita de consumo de bebida adulterada. O paciente é morador de Ribeirão Preto e tem 50 anos e segue sob avaliação neste momento.

Centro de referência
O Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto é um dos três centros de referência no Estado de São Paulo para detecção e tratamento de pacientes intoxicados por metanol. A unidade já conta com ampolas de álcool etílico, utilizado como antídoto para o metanol.
Além do antídoto, a rede estadual reforçou a estrutura laboratorial para confirmar a presença da substância no organismo.
O novo protocolo do Estado prevê que as amostras de sangue ou urina coletadas em casos suspeitos sejam analisadas em até uma hora pelo Laboratório de Toxicologia Analítica Forense (LATOF) do Departamento de Química da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto, por meio de cromatografia gasosa, método considerado padrão ouro para detecção de metanol.
A coleta é feita nas unidades de saúde e o Instituto Adolfo Lutz coordena a logística de transporte das amostras até o laboratório.
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