VÍDEO – Incêndio atinge mercado de família que briga por herança em Jardinópolis

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Um dos irmãos é suspeito de matar o outro há um ano; loja atingida é do homem que está preso


Por: Adalberto Luque

Um incêndio atingiu uma das lojas do Supermercado Salomão, na madrugada desta quinta-feira (9). O fogo começou por volta de 04h00 na loja que fica na esquina da rua Inocêncio de Paula Barbosa com rua Mário Lamonato, bairro Morumbi, Jardinópolis, região metropolitana de Ribeirão Preto.

Nas redes sociais, figura como Loja 1 e pertence a Carlos Salomão, que é acusado pela morte de seu irmão Rogério Salomão e da advogada Lilian Cláudia Jorge. ocorrido em 30 de outubro do ano passado.

Fogo começou na madrugada e uma das hipóteses é que incêndio foi criminoso (Foto: Redes Sociais)

Para que os bombeiros pudessem atuar no combate às chamas, duas ruas precisaram ser interditadas. O fogo foi extinto após duas horas de trabalho. Ninguém se feriu. Os prejuízos não foram informados. O prédio deverá ser vistoriado pela Defesa Civil para ver se há condições de ser liberado. Até lá, permanece fechado.

A principal hipótese investigada é que o incêndio tenha sido criminoso. A suspeita é que um carro passou pelo local e jogou um objeto, mas isso não foi confirmado.

Presos

O dono da loja atingida pelo fogo, Carlos Alberto Orioli Salomão, seu filho Bruno Carlos Orioli e Wagner Queiroz do Nascimento, que era funcionário da família, foram apontados como autores dos homicídios de Rogério Salomão e de sua advogada Lilian.

Homens estavam escondidos em povoado no sertão da Bahia (Foto: Divulgação)

Os três ficaram 10 meses foragidos e foram presos em 20 de agosto deste ano, em um povoado localizado na zona Rural de Jacobina, localizado no extremo norte da Chapada Diamantina, na Bahia. Dias antes da prisão, o advogado que defende Carlos e Wagner, foi vítima de um ataque a tiros no Parque dos Servidores, zona Leste da cidade, mas saiu ileso. A suspeita é que o ataque tenha envolvimento com a morte de Rogério e Lilian.

Homicídios

Rogério e Lílian foram mortos com vários tiros em 30 de outubro do ano passado, em um galpão desativado que, segundo o delegado Seccional de Ribeirão Preto, Sebastião Vicente Picinato, seria alvo de disputa por herança.

Rogério e Lilian foram mortos dentro de loja que era disputa por herança (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A Polícia Civil concluiu que Rogério e Lilian foram até o local para receber as chaves do imóvel e firmar um documento de entrega do imóvel e um termo de vistoria. Mas imagens de câmeras de segurança mostraram o filho de Carlos, Bruno, chegando ao local e entrando no galpão com o tio e a advogada.

Pouco depois chegam Carlos e Wagner. As investigações concluíram que os três teriam matado os outros dois e fugido em seguida. Em entrevista durante a apuração dos fatos, Picinato revelou que a disputa pela herança envolveu várias ameaças entre os envolvidos.





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