
A prisão de Alípio João Júnior, de 58 anos, aconteceu no dia 16 de julho deste ano, em Ribeirão Preto. Ele foi detido por ameaças contra vizinhos do prédio onde morava, na região central da cidade. Naquele momento, a Polícia Civil já investigava outras denúncias semelhantes.
A pedido do Ministério Público, a Justiça determinou a prisão preventiva de Alípio por tempo indeterminado. Quatro meses depois, ele continua na cadeia enquanto as investigações prosseguem. Entre os casos apurados estão mensagens de áudio enviadas aos vizinhos com ameaças e outros episódios de intimidação.

Avaliação psiquiátrica descarta doença mental
Durante o processo, o Ministério Público solicitou que o fazendeiro passasse por uma avaliação de sanidade mental. O exame, conduzido por um médico psiquiatra, concluiu que Alípio não apresenta doenças mentais ou transtornos que comprometam sua capacidade de julgamento.
O laudo afirma que o réu não demonstrou sinais de transtornos mentais, dependência química ou abstinência durante a avaliação. Também não foram identificados problemas decorrentes do uso de álcool ou drogas.
O que diz a defesa?
O advogado de Alípio, Júlio Mossim, reconhece que o cliente não possui transtornos mentais, mas afirma que o uso de medicamentos e bebidas alcoólicas pode ter influenciado o comportamento dele nos episódios denunciados.
O advogado informou que pretende recorrer da prisão e solicitar a liberdade provisória do cliente.
Atirador do shopping
Um mês antes da prisão por ameaças, Alípio já havia sido detido por atirar com uma espingarda de pressão contra um funcionário de um shopping de Ribeirão Preto. O caso foi registrado por câmeras de segurança, e o motivo teria sido a perda do bilhete do estacionamento.

Após esse episódio, o fazendeiro foi liberado, mas o condomínio onde morava obteve decisão judicial que o impede de retornar ao local.
Com informações da EPTV
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