
Na última quinta-feira (10), Leilane Vitória Coelho, de 22 anos, e o companheiro dela, Andrey Gabriel Zancarli, de 23 anos, tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça acusados de abuso sexual contra a filha de Leilane, uma criança de três anos.
Como o caso veio à tona?
A investigação começou após um homem, que mantinha um relacionamento extraconjugal com a mãe da criança, encontrar no celular dela mensagens e vídeos que, segundo a polícia, registravam conteúdos que indicam abusos sexuais contra a menina. Ele disse que a criança seria dopada na ação.
A delegada assistente da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), Michela Ragazzi, que atua na investigação, disse que o casal alegou fantasias sexuais envolvendo a criança.
“Essas mensagens foram todas comparadas com as mensagens apresentadas pelo denunciante, as mensagens contidas no celular do autor e as mensagens contidas no celular dela. Com essas provas materiais, a autoridade policial autuou o casal em flagrante delito por quatro delitos graves de cunho sexual”, explica a delegada.
O que a mãe disse?
“Eu amo a minha filha, não sei o que deu em mim. Um vídeo estragou tudo. Uma coisa ruim que você faz anula todas as coisas boas. Eu mereço tudo o que me acontecer”, disse Leilane, em entrevista na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). Ela foi presa no trabalho, na zona Sul da cidade.
“A gente não estuprou uma criança, não tocamos nela. Não acho que está tudo bem, eu sei que foi um erro gigantesco. A única coisa que posso deixar claro é que a gente não tocou na menina, a gente não fez nada sexual com ela nem nada do tipo”, declarou Andrey.
Prisões e medidas judiciais
O casal foi detido pela polícia em 10 de dezembro e, no dia 11 de dezembro, a Justiça converteu a prisão em preventiva, o que significa que eles permanecerão custodiados enquanto a investigação continua.
A mãe e o padrasto foram atuados por crimes como estupro de vulnerável, transmissão e divulgação de imagens de conteúdo sexual ou pornográfico e armazenamento de material de pornografia infantil.
Situação das crianças
O casal também são pais de um bebê de quatro meses. As crianças foram retiradas da guarda dos pais e estão sob cuidado de familiares, com acompanhamento do Conselho Tutelar.
O pai biológico da menina viajou até Ribeirão Preto para acompanhar os atendimentos médicos, os exames de corpo de delito e os próximos passos do caso. A criança também pode passar por uma escuta especializada, procedimento conduzido por psicólogo autorizado pela Justiça.
Investigação em andamento
A Polícia Civil segue com a apuração do caso, incluindo a perícia dos aparelhos apreendidos e a análise completa das imagens e mensagens encontradas. Se a polícia confirmar as suspeitas, o casal pode enfrentar penas que ultrapassam 20 anos de prisão.
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