
O médico Luiz Antonio Garnica, réu acusado de matar a esposa, a professora Larissa Rodrigues, foi transferido de unidade prisional no interior de São Paulo. Ele estava há nove meses no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Serra Azul e agora foi encaminhado para a penitenciária de Potim, no Vale do Paraíba, cidade próxima ao Santuário Nacional de Aparecida.
A transferência foi realizada por determinação da Secretaria da Segurança Pública (SSP), que não detalhou os motivos da mudança.

Acusação
Garnica responde por feminicídio com as agravantes de crueldade e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. A mãe dele, Elizabete Arrabaça, também é ré no processo e responde pela mesma acusação. Caso sejam condenados, as penas podem chegar a 40 anos de prisão.
De acordo com o Ministério Público, Elizabete teria envenenado a nora com “chumbinho”, substância clandestina usada irregularmente como raticida, e o filho teria participado do crime.

Além desse caso, Elizabete Arrabaça também será julgada por feminicídio triplamente qualificado pela morte da própria filha, Nathália Garnica. A suspeita surgiu após a exumação do corpo, quando a perícia apontou que Nathália também morreu por envenenamento.
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