Avançar para o conteúdo

PF prende seis em operação contra imigração ilegal

Arte B — 970x250
Só restam 3 vagas
Aumente suas
chances de ser chamado.
Reestruturamos seu currículo para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes em 2026
Quero minha análise
Resposta em 1h · Sem compromisso


Ação é decorrente de investigações sobre desaparecimento de casal de Ribeirão Preto que tentava entrar nos EUA com a ajuda de coiotes



Por: Adalberto Luque –

Arte A — 300x250
Só restam 3 vagas
Cansado de
não ser chamado
para entrevistas?
Reestruturamos seu currículo
para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes satisfeitos em 2026
Quero ser chamado
Resposta em até 1h · Sem compromisso
Consultoria de Recolocação · (16) 99126-8411

Seis pessoas foram presas, na manhã desta quinta-feira (5), no âmbito da segunda fase da Operação Borderless. A ação foi deflagrada pela Delegacia de Polícia Federal de Ribeirão Preto, contra integrantes de uma associação criminosa que promovia a imigração ilegal de brasileiros para os Estados Unidos, através da fronteira com o México.

As investigações em torno da ação da quadrilha começaram em março de 2021, após o desaparecimento do casal ribeirão-pretano Raiane Samira dos Santos e Daniel Sann Mourão Almeida. Os dois estavam em um barco com outros imigrantes ilegais e dois coiotes, que fazia a travessia marítima entre as cidades de Tijuana (México) e San Diego (EUA), quando desapareceram,

Seis pessoas foram presas durante operação deflagrada pela PF de Ribeirão Preto em Goiás (Foto: PF/Divulgação)
Arte B — 300x250
Só restam 3 vagas
Aumente suas
chances de ser
chamado para entrevistas.
Reestruturamos seu currículo para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes satisfeitos em 2026
Quero minha análise
Resposta em até 1h · Sem compromisso
Consultoria de Recolocação · (16) 99126-8411

De acordo com a PF, o grupo teve 142 ações de envio de brasileiros ao exterior comprovadas no decorrer das investigações. Os federais cumpriram, nesta segunda fase, seis mandados de prisão e cinco de busca e apreensão nas cidades de Goiânia e Hidrolândia, ambas no estado de Goiás.

Todos os investigados foram presos. Além disso, com autorização da Justiça, a PF apreendeu veículos de luxo e efetuou o bloqueio de bens e contas bancárias. Essas medidas são tomadas para interromper a atividade criminosa, preservando provas e recuperando ativos obtidos ilicitamente pelo grupo.

Se condenados, os presos na operação podem estar sujeitos a penas que podem chegar até cinco anos de reclusão. Devem responder pelos crimes de associação criminosa e promoção de migração ilegal.

Além das prisões, houve apreensão de bens, como carros de luxo e confisco de aplicações e saldos de contas bancárias (Foto: PF/Divulgação)

Na primeira fase da Operação Borderless, realizada em 2023, a PF prendeu um dos coiotes e descobriu que o casal estava em um barco que teria naufragado. As investigações apontaram que os dois teriam contratado o grupo de coiotes goianos para entrar ilegalmente nos EUA por US$ 42 mil e já teriam pagos, antecipadamente, R$ 1,7 mil.

Relembre o caso

Raiane e Daniel decidiram tentar o sonho americano: morar e trabalhar nos Estados Unidos. Como milhares de brasileiros sem visto de trabalho, decidiram entrar pela fronteira dos EUA com o México, com a ajuda de coiotes que prometiam a travessia.

O último contato do casal com as famílias foi em 12 de março de 2021. A PF descobriu que os dois estavam em um barco, fazendo a travessia entre Tijuana e San Diego, na costa Oeste dos EUA. No barco, além deles, havia outros cinco imigrantes e dois coiotes.

A embarcação teria naufragado e os corpos do casal não foram encontrados. A PF também descartou, no curso das investigações, a hipótese de que eles pudessem ter sido capturados por algum serviço que combate a imigração ilegal nos EUA.





Source link