A execução dos serviços de roçada em vias e canteiros de Ribeirão Preto entrou no centro de um impasse entre a empresa C. Brasil Serviços de Limpeza, Conservação e Transporte Ltda e a Prefeitura. Enquanto moradores relatam mato alto em diferentes regiões da cidade, empresa e administração municipal apresentam versões divergentes sobre a responsabilidade pela baixa cobertura do serviço.
A C. Brasil, responsável pelo contrato nº 024/2021, afirma que depende diretamente da indicação de áreas e da emissão de ordens de serviço pela Prefeitura para iniciar qualquer trabalho. Segundo a empresa, a administração municipal solicita atualmente apenas cerca de 1/3 da capacidade operacional disponível, o que limita a atuação das equipes.
Em comunicado enviado ao acidade on, a empresa destaca que mantém estrutura completa, com máquinas, tratores e profissionais prontos para atuar. Mesmo assim, parte dos recursos permanece ociosa devido à ausência de novas demandas formais.






A C. Brasil também reforçou que notificou a Secretaria Municipal de Infraestrutura sobre o caráter não autoexecutável do contrato, que exige definição prévia de áreas e cronograma por parte do poder público.
Outro ponto levantado pela empresa envolve a divisão dos contratos de manutenção urbana. De acordo com a C. Brasil, o município possui quatro contratos distintos voltados à conservação de áreas verdes, praças, margens de córregos e vias públicas. A atuação da empresa se restringe exclusivamente à roçada em vias e canteiros.
Prefeitura contesta versão e cobra metas
A Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Zeladoria, contesta a versão apresentada pela empresa. Em comunicado enviado ao acidade on, a administração afirma que entrega, no início de cada mês, um cronograma detalhado com as atividades previstas e realiza vistorias periódicas para avaliar a execução dos serviços.
Segundo o município, as fiscalizações identificaram que, em alguns casos, a empresa não atinge as metas mínimas de produtividade, calculadas com base na média anual prevista em contrato.
Diante disso, a gestão informou que notificou formalmente a C. Brasil para que apresente esclarecimentos e adote medidas corretivas.
Confira as notas na íntegra:




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