O outono começa nesta sexta-feira (20), às 11h45, e já tem data para chegada do primeiro frio intenso de 2026. Segundo a Climatempo, as frentes frias intensas e continentais, com potencial para levar o ar frio de origem polar para o interior do Brasil, são mais prováveis na segunda quinzena de maio e em junho.
Os meteorologistas apontam que, ao menos uma frente fria poderá entrar no interior do Brasil já na segunda quinzena de abril, causando queda da temperatura moderada no Sul, em parte de São Paulo, Sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, parte de Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso.
Primeiro frio intenso
A Climatempo aponta que o primeiro frio intenso do outono de 2026 deve ocorrer durante a segunda quinzena de maio, mais provável no fim do mês, com abrangência sobre todo o Sul, São Paulo, centro-sul/sudoeste de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, centro-sul e oeste de Mato Grosso e parte de Goiás.
Além disso, há risco de geada no sul de Mato Grosso do Sul e sul de São Paulo já na segunda quinzena de maio. Contudo, o risco é maior durante o mês de junho, assim como, a chegada da geada no Sul de Minas Gerais.


Equinócio de outono
O equinócio de outono ocorre às 11h45 do dia 20 de março, pelo horário de Brasília. Este é o início astronômico do outono no Hemisfério Sul, que se estende até as 5h24 do dia 21 de junho.
A Climatempo explica que no dia do equinócio de outono, a radiação solar incide igualmente sobre os dois hemisférios. O dia e a noite possuem a mesma duração. Ao longo do outono, a duração do dia diminui e a duração da noite aumenta até o solstício de inverno. No outono de 2026, a chuva deve se prolongar por mais tempo do que se costuma observar e o frio intenso vai demorar para chegar.
Temperatura
A Climatempo prevê que, em média, o outono de 2026 será menos frio do que poderia ser. Isso porque, algumas regiões terão o predomínio de temperatura média acima do normal. Além disso, o volume de chuva para áreas do Sudeste e do Centro-Oeste deve fica próximo da média.
“As pancadas de chuva serão frequentes em abril, mas o clima começa a secar e esfriar na segunda quinzena de maio. As frentes frias avançam pela costa do Sudeste e vão ajudar a manter muita nebulosidade e chuva no leste de São Paulo, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo”, explicam os meteorologistas.


El Niño Costeiro e El Niño clássico
A Climatempo explica que o outono de 2026 começa tecnicamente com o oceano Pacífico Equatorial em modo de neutralidade térmica. Isto significa que não temos a influência de El Niño e nem de La Niña.
“Porém, um El Niño costeiro já é observado no litoral do Peru e do Equador. As mudanças na circulação de ventos sobre o Brasil, associadas ao El Niño costeiro, ajudam a aumentar a chuva especialmente sobre o Rio Grande do Sul e a prolongar o transporte de umidade da Amazônia em direção ao Centro-Oeste e ao Sudeste do Brasil. Isto vai garantir combustível (ar quente e úmido) para manter as pancadas de chuva por mais tempo nestas regiões”, aponta.
Os meteorologistas explicam que El Niño costeiro é um aquecimento acima do normal que ocorre concentrado no litoral norte do Peru e do Equador. No Brasil, o El Niño costeiro facilita a ocorrência de períodos de maior aquecimento no centro-sul do Brasil.
“Um novo episódio do fenômeno El Niño clássico (normal) deve se configurar no final do outono ou começo do inverno de 2026. Um efeito clássico do El Niño no Brasil é aumentar a chuva sobre áreas da região Sul, causar maior irregularidade da chuva e aumento da temperatura no Centro-Oeste e no Sudeste e diminuir as precipitações no Norte e no Nordeste do Brasil”, comunica.


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