A morte da professora de pilates Larissa Rodrigues, em Ribeirão Preto, completa um ano neste domingo (22). O Ministério Público (MP) mantém a expectativa de que o julgamento aconteça ainda em 2026, no Tribunal do Júri.
Larissa foi morta em março de 2025. A investigação aponta que ela descobriu uma relação extraconjugal do marido e mencionou a possibilidade de separação um dia antes do crime.


Acusação do Ministério Público
O MP acusa o médico Luís Antônio Garnica como mentor do assassinato, enquanto sua mãe, Elizabete Arrabaça, teria executado o crime. Segundo a denúncia, Larissa teria sido envenenada com chumbinho a mando do marido, para evitar a divisão de bens em caso de divórcio.
Ambos respondem por feminicídio, mas o julgamento ainda não tem data definida. Um recurso tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo. O promotor responsável acredita que o recurso pode ser julgado no primeiro semestre, possibilitando o júri ainda no segundo semestre de 2026.
O MP afirma que as provas do caso já receberam validação em decisões anteriores, incluindo a aceitação da denúncia e a manutenção da prisão dos réus.






O que diz as defesas?
A defesa de Elizabete Arrabaça questiona a força das provas e sustenta que há dúvidas sobre a autoria do crime. Os advogados indicam que novos recursos podem ser apresentados em instâncias superiores, como o STJ e o STF.
O advogado de Luís Antônio Garnica busca a impronúncia, para que o cliente não vá a júri, e solicita que ele responda ao processo em liberdade.
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