- Comerciante descobre que ‘está morto’ ao tentar retirar remédios em Ribeirão Preto
- Um comerciante de Ribeirão Preto descobriu que consta como morto há um ano no Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde (CadSUS). Guelfo de Favari Júnior, de 62 anos, disse à EPTV que descobriu a situação no último dia 25 de março, quando precisou de medicamentos para um tratamento no coração. A confusão começou em dezembro de 2024, quando o pai dele, Guelfo de Favari, morreu e ele foi o responsável por registrar o óbito. Em 2026, o comerciante precisou de um tratamento contínuo com medicamentos para arritmia e pressão alta, retirados por meio do programa Farmácia Popular, quando foi até uma farmácia e foi informado que o cadastro no SUS havia sido desativado por motivo de falecimento. “Falei ‘olha está tendo um engano, porque o nome dele [pai] é o mesmo que o meu, o meu só vem Júnior no final’, Ele [o pai] faleceu no dia 4 de dezembro de 2024 e eu entrei com a documentação do óbito no cartório dia 16. Ninguém sabe explicar o que está acontecendo. Se fui eu que pedi a certidão de óbito dele, que fui até o cartório, como eu poderia estar morto?”, O comerciante registrou um boletim de ocorrência (BO) na Polícia Civil e disse que pretende acionar a Justiça. Outro lado
- A produção da EPTV procurou o Ministério da Saúde, que reconheceu o erro no cadastro do paciente no SUS e disse que a situação foi corrigida. A Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto afirmou que os dados estão corretos após a reclamação.
Um comerciante de Ribeirão Preto descobriu que consta como morto há um ano no Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde (CadSUS).
Guelfo de Favari Júnior, de 62 anos, disse à EPTV que descobriu a situação no último dia 25 de março, quando precisou de medicamentos para um tratamento no coração.
A confusão começou em dezembro de 2024, quando o pai dele, Guelfo de Favari, morreu e ele foi o responsável por registrar o óbito. O comerciante disse que deu baixa no cadastro do pai.
Em 2026, o comerciante precisou de um tratamento contínuo com medicamentos para arritmia e pressão alta, retirados por meio do programa Farmácia Popular, quando foi até uma farmácia e foi informado que o cadastro no SUS havia sido desativado por motivo de falecimento.
“Falei ‘olha está tendo um engano, porque o nome dele [pai] é o mesmo que o meu, o meu só vem Júnior no final’. Ele [o pai] faleceu no dia 4 de dezembro de 2024 e eu entrei com a documentação do óbito no cartório dia 16. No dia 15, eles me cortaram, trocaram tudo. Ninguém sabe explicar o que está acontecendo. Se fui eu que pedi a certidão de óbito dele, que fui até o cartório, como eu poderia estar morto?”, disse.
O comerciante registrou um boletim de ocorrência (BO) na Polícia Civil e disse que pretende acionar a Justiça.
Outro lado
A produção da EPTV procurou o Ministério da Saúde, que reconheceu o erro no cadastro do paciente no SUS e disse que a situação foi corrigida.
A Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto afirmou que os dados estão corretos após a reclamação.
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