- ‘Faltam respostas’, diz tia de estudante morto após passar mal em acampamento
- A família do adolescente de Ribeirão Preto que morreu após passar mal em um acampamento, em setembro do ano passado, quer que outros médicos avaliem a causa da morte, que até hoje é um mistério. “Falta esclarecimento, faltam respostas, falta entender o que aconteceu, falta saber se houve omissão, falta saber se houve um ato intencional ou não”, disse a psicóloga Vivian Fukumasu da Cunha, tia da vítima. O estudante Eduardo Fukumasu Dias morreu após passar mal em um acampamento de Sapucaí Mirim-MG, onde participava de viagem de formatura. Segundo relatos, logo no primeiro dia Eduardo apresentou mal-estar, ânsia de vômito, dores de cabeça e desorientação. A escola disse na época que ele não queria voltar para Ribeirão Preto e o adolescente foi atendido em um hospital local. Preocupada, a mãe viajou e buscou Eduardo, que foi trazido para um hospital de Ribeirão Preto. Depois de dois dias internado, ele não resistiu e morreu.
- Foto: reprodução/EPTV
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- O que disse o laudo? O laudo médico disse que a causa da morte do estudante foi uma coagulação intravascular disseminada. Isso acontece quando excesso de coágulos prejudica a circulação do sangue pelo corpo, mas o que levou a esse quadro, ainda é um mistério. A falta de respostas levou os advogados da família a pedir novos exames. “
A família do adolescente de Ribeirão Preto que morreu após passar mal em um acampamento, em setembro do ano passado, quer que outros médicos avaliem a causa da morte, que até hoje é um mistério.
“Falta esclarecimento, faltam respostas, falta entender o que aconteceu, falta saber se houve omissão, falta saber se houve um ato intencional ou não”, disse a psicóloga Vivian Fukumasu da Cunha, tia da vítima.
O estudante Eduardo Fukumasu Dias morreu após passar mal em um acampamento de Sapucaí Mirim-MG, onde participava de viagem de formatura.
Segundo relatos, logo no primeiro dia Eduardo apresentou mal-estar, ânsia de vômito, dores de cabeça e desorientação. A escola disse na época que ele não queria voltar para Ribeirão Preto e o adolescente foi atendido em um hospital local.
Preocupada, a mãe viajou e buscou Eduardo, que foi trazido para um hospital de Ribeirão Preto. Depois de dois dias internado, ele não resistiu e morreu.






O que disse o laudo?
O laudo médico disse que a causa da morte do estudante foi uma coagulação intravascular disseminada. Isso acontece quando excesso de coágulos prejudica a circulação do sangue pelo corpo, mas o que levou a esse quadro, ainda é um mistério.
A falta de respostas levou os advogados da família a pedir novos exames. “O caso é apurado como morte suspeita. Nós temos o cenário de que também não tinha nenhuma doença preexistente ou algo que levasse a uma condição sensibilizada de saúde. Isso também nos causa estranheza”, afirma a advogada Jéssica Nozé.
No mesmo dia que Eduardo passou mal, dois alunos também apresentaram sintomas e foram atendidos na enfermaria do acampamento. Um deles relatou dor de cabeça.
Por causa disso, os advogados também pediram que o representante legal do acampamento apresente o relatório completo de atendimentos na enfermaria entre os dias 10 e 15 de setembro, já que foi encaminhada apenas uma folha com rasuras.
Já a escola deve dizer qual era o professor responsável pelo quarto de Eduardo e dizer se havia bagunça, brigas e quais medicamentos, bebidas ou alimentos foram comprados no dia 12 de setembro e quem comprou.
Intoxicação?
Uma das possibilidades apontadas para morte de Eduardo seria o quadro de intoxicação exógena, causada por agente externo, como picadas de animais ou mesmo o consumo de alimento contaminado.
Por causa disso, outro pedido dos advogados é para que mais médicos sejam ouvidos. O promotor do caso foi favorável às novas diligências do processo, que ainda não teve o inquérito finalizado pela Polícia Civil.
O que diz o acampamento?
Os responsáveis pelo acampamento não se manifestaram (com informações Bruna Romão/EPTV).
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