Ribeirão vira cenário de cinema em produção americana dirigida por brasileiro; Vídeo

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  • Produtora americana filma três longas em Ribeirão Preto, Cravinhos e Sertãozinho, dirigidos pelo brasileiro Marcelo Galvão.
  • As gravações devem ser concluídas em cerca de seis semanas, com cenas na rodoviária de Ribeirão Preto.
  • Um dos filmes, “What Remains”, narra a história de uma idosa de 70 anos com Alzheimer abandonada pela filha.
  • O diretor trabalha em parceria com o empresário local Giordano Biagi para viabilizar o projeto na região.

Nos últimos dias, Ribeirão Preto e cidades da região viraram cenário para a gravação de filmes de uma produtora americana. Apesar de serem rodados em inglês, os longas são dirigidos pelo cineasta brasileiro Marcelo Galvão, que vive nos Estados Unidos.

Ao acidade on, o diretor disse que a ideia de trazer o projeto para a região surgiu após conhecer melhor a cidade, com apoio de parceiros locais. A proposta é gravar as três histórias em cerca de seis semanas.

“Eu e o meu sócio, Giordano Biagi, que é daqui de Ribeirão Preto, pensamos em como viabilizar esse projeto. A princípio, seria em Curitiba. Depois, eu vim conhecer aqui, já que ele mora na cidade, tem a família, e acabei me encantando com o lugar.”

As gravações já estão sendo realizadas e acontecem não só em Ribeirão Preto, mas também em cidades próximas, como Cravinhos e Sertãozinho. Um dos filmes, por exemplo, precisa mostrar estradas e paisagens que lembram outros países.

No caso de “What Remains” (“O que resta”), as gravações acontecem na rodoviária de Ribeirão Preto. O filme conta a história de uma mulher de 70 anos, com Alzheimer, abandonada pela filha no local – veja vídeo abaixo.

Mesmo enfrentando dificuldades, como frio e fome, ela segue esperando pela família. A escolha da rodoviária como cenário ajuda a mostrar um ambiente real e próximo do cotidiano das pessoas.

@acidadeonribeiraopreto 🎬 Nos últimos dias, Ribeirão Preto e cidades da região viraram cenário para a gravação de filmes de uma produtora americana. Apesar de serem rodados em inglês, os longas são dirigidos pelo cineasta brasileiro Marcelo Galvão, que vive nos Estados Unidos. 💡 Ao acidade on, o diretor disse que a ideia de trazer o projeto para a região surgiu após conhecer melhor a cidade, com apoio de parceiros locais. A proposta é gravar as três histórias em cerca de seis semanas. 📍 As gravações já estão sendo realizadas e acontecem não só em Ribeirão Preto, mas também em cidades próximas, como Cravinhos e Sertãozinho. Um dos filmes, por exemplo, precisa mostrar estradas e paisagens que lembram outros países. 🎥 No caso de “What Remains” (“O que resta”), as gravações acontecem na rodoviária de Ribeirão Preto. O filme conta a história de uma mulher de 70 anos, com Alzheimer, abandonada pela filha no local. 💔 Mesmo enfrentando dificuldades, como frio e fome, ela segue esperando pela família. A escolha da rodoviária como cenário ajuda a mostrar um ambiente real e próximo do cotidiano das pessoas. 💻📲 Veja a reportagem completa no site 🌎 acidadeon.com/ribeiraopreto 🎥 Vítor Neves #acidadeon #fiqueon #ribeiraopreto ♬ sonido original – beagetse

Três filmes ao mesmo tempo

Segundo o diretor Marcelo Galvão, que já assinou filmes como “O Matador” e “Colegas”, gravar três longas ao mesmo tempo aumenta a complexidade da produção, principalmente por causa do prazo.

“Não tem como aumentar os dias. Em uma produção, o que mais encarece são as diárias. Se a gente estende, estoura o orçamento”, explicou.

Por isso, ele explica que o foco tem sido organizar a logística e otimizar o tempo, sem comprometer a qualidade dos filmes.

Apoio local ajuda a viabilizar produções

Além do apoio do sócio, as locações usadas nas gravações foram viabilizadas com apoio da Film Commission da região de Ribeirão Preto, que reúne espaços da cidade e de municípios próximos aptos a receber produções audiovisuais.

Para Júnior Perini, ligado à RP Cine, esse tipo de produção também movimenta a economia local. “Quando uma produção vem para cá, ela usa hotéis, restaurantes e mão de obra da região. Isso gera impacto direto na economia”, afirmou.

Ele destaca ainda que as gravações ajudam a dar visibilidade para a cidade e incentivam o crescimento do setor audiovisual.

“Nós queremos formar um polo audiovisual aqui na nossa região e a gente tá conseguindo fazer isso. Então, com todos esses projetos que a gente tá fazendo, tá apoiando e tá desenvolvendo, a gente transforma a cidade realmente num polo audiovisual, gerando emprego, gerando recursos pra cidade e a gente saindo do eixo Rio-São Paulo e trazendo as produções para serem feitas aqui na nossa região”.

Confira as sinopses dos filmes

Sins of the Silent Farm

Sins of the Silent Farm”, em tradução livre, “Pecados da Fazenda Silenciosa”, mostra a história mostra uma família que fica presa durante uma tempestade. Eles procuram abrigo em uma fazenda isolada, onde vivem Catherine e Roger, um casal com comportamento estranho. O que parecia ajuda logo vira um pesadelo, com regras rígidas, rituais misteriosos e situações assustadoras.

“Sins of the Silent Farm”, em tradução livre, “Pecados da Fazenda Silenciosa” - Foto: divulgação.“Sins of the Silent Farm”, em tradução livre, “Pecados da Fazenda Silenciosa” - Foto: divulgação.
“Sins of the Silent Farm”, em tradução livre, “Pecados da Fazenda Silenciosa” – Foto: divulgação.

The Last Journey

O outro filme é “The Last Journey”, em tradução livre, “A Última Jornada”. A história acompanha Marc, um jovem cristão que decide levar o corpo da garota que ele amava até a casa dos pais dela, depois de uma morte trágica. Durante a viagem por uma estrada deserta, ele enfrenta medo, culpa e a sensação de estar sendo perseguido.

“The Last Journey”, em tradução livre, “A Última Jornada” - Foto: divulgação.“The Last Journey”, em tradução livre, “A Última Jornada” - Foto: divulgação.
“The Last Journey”, em tradução livre, “A Última Jornada” – Foto: divulgação.

What Remains

O terceiro filme se chama “What Remains”, em tradução livre, “O que resta”. A história é baseada em um caso real e conta a vida de uma mulher de 70 anos com Alzheimer que é abandonada pela filha em uma rodoviária. Mesmo passando meses no local, enfrentando frio e fome, ela continua esperando e mantém a fé de que um dia será buscada.

“What Remains”, em tradução livre, “O que resta” - Foto: divulgação.“What Remains”, em tradução livre, “O que resta” - Foto: divulgação.
“What Remains”, em tradução livre, “O que resta” – Foto: divulgação.







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