Caso do açaí envenenado: Justiça decreta prisão de suspeita em Ribeirão Preto

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  • Justiça decreta prisão preventiva de Larissa de Souza por suspeita de tentar matar o namorado com açaí adulterado em Ribeirão Preto.
  • Caso ocorreu em 5 de fevereiro; decisão foi tomada nesta segunda-feira (13) após recebimento da denúncia do Ministério Público.
  • A juíza Marta Rodrigues Maffeis enquadrou a acusação como tentativa de homicídio, com pena que pode chegar a 30 anos de prisão.
  • A Polícia Civil foi ao endereço da suspeita para cumprir o mandato, mas não a encontrou.

A Justiça determinou, nesta segunda-feira (13), a prisão preventiva de Larissa de Souza, investigada por tentar matar o namorado, Adenilson Parente, após a ingestão de um açaí que teria sido adulterado, em Ribeirão Preto.

A decisão aconteceu após o recebimento da denúncia apresentada pelo Ministério Público.

Equipes da Polícia Civil foram até o endereço da suspeita para cumprir o mandado, mas não a encontraram até a publicação desta matéria.

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Foto: Reprodução/EPTV

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O que diz a Justiça?

Ao analisar o caso, a juíza Marta Rodrigues Maffeis considerou suficientes os indícios para enquadrar a acusação como tentativa de homicídio.

A magistrada também destacou fatores como a ligação da investigada com o estado do Maranhão e a possibilidade de uma pena elevada, que pode chegar a até 30 anos de prisão, como justificativas para a medida cautelar.

Relembre o caso

O caso aconteceu no dia 5 de fevereiro. Naquele dia, Larissa foi até um estabelecimento na Avenida Barão do Bananal, na zona Leste da cidade, por volta das 16h, para retirar dois copos de açaí com acompanhamentos.

Imagens de segurança mostram o momento em que o casal chega à residência. A mulher aparece com a sacola e entrega um dos copos ao companheiro.

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De acordo com a investigação, ainda dentro do veículo, ela teria colocado uma substância em um dos recipientes e descartado uma embalagem plástica na rua. Em depoimento, no entanto, afirmou que apenas acrescentou leite condensado que teria sido fornecido separadamente.

As gravações indicam ainda que o homem deixou o açaí no chão e saiu com o carro. Pouco depois, Larissa retorna à garagem, pega o copo e volta para dentro da casa. Adenilson regressa em seguida e permanece no imóvel por cerca de 20 minutos.

Mais tarde, por volta das 20h, o casal retornou ao local da compra para relatar problemas com o produto. Segundo o relato, Adenilson já apresentava sinais como ardência na garganta, tontura, sonolência intensa e um gosto incomum, semelhante ao de óleo automotivo.


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