- PM Milton Lopes dos Santos, do 31º BPM, foi preso suspeito de matar Ryan Victor Araújo dos Santos, de 28 anos, em bar na Barra da Tijuca, RJ.
- A vítima era moradora de Ribeirão Preto; o crime ocorreu após discussão por causa de um camarote no local.
- A prisão foi realizada pela Delegacia de Homicídios da Capital nesta terça-feira (14), com base em testemunhas, imagens e inteligência.
- A Corregedoria da PM instaurou procedimento interno para apurar a conduta do policial.
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prendeu, nesta terça-feira (14), um policial militar suspeito de matar um morador de Ribeirão Preto durante uma discussão em um bar na Barra da Tijuca, na zona Oeste do Rio de Janeiro. O caso começou após um desentendimento por causa de um camarote no local.
O suspeito, o terceiro-sargento Milton Lopes dos Santos, atua no 31º BPM (Recreio). Ele se apresentou às autoridades durante a tarde. A investigação identificou o policial a partir de depoimentos de testemunhas, análise de imagens e informações de inteligência.


A Secretaria de Polícia Militar informou que a Corregedoria instaurou um procedimento interno para apurar a conduta do agente. A corporação acompanha o caso.
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Relembre o caso
A vítima, Ryan Victor Araújo dos Santos, de 28 anos, morava em Ribeirão Preto. Ele sofreu um disparo na região do abdômen. Equipes de socorro o levaram ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas ele não resistiu aos ferimentos.


Policiais civis ouviram funcionários do bar Mia Lounge, na Avenida Olegário Maciel, na segunda-feira (13).
Família questiona versão do bar
A família de Ryan Victor Araújo dos Santos contesta as informações divulgadas pelo advogado do estabelecimento. Segundo os familiares, ainda não há confirmação oficial sobre o que realmente aconteceu, e é precipitado afirmar que a vítima teria se envolvido em qualquer tipo de confusão.
Em nota enviada ao acidade on, eles reforçam que o caso segue sendo investigado e que somente as autoridades poderão esclarecer os fatos. A família também pede cuidado com a divulgação de versões não confirmadas, para evitar julgamentos injustos, além de respeito neste momento de dor.
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