Veja o momento em que suspeita de envenenar o namorado com açaí chega à delegacia

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  • Larissa de Souza, suspeita de envenenar o namorado com açaí, foi presa na manhã desta quarta-feira (15) em um hotel na zona Leste de Ribeirão Preto.
  • A prisão foi cumprimento de mandato preventiva decretação na segunda-feira (13), quando a suspeito passou a ser considerada foragida pela Justiça.
  • Segundo o delegado Fernando Bravo, a equipe de investigação localizou o endereço do hotel próximo ao estádio Doutor Francisco de Palma Travassos e cumpriu o mandado.
  • Após ser presa, Larissa foi encaminhada para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ribeirão Preto.

Após enviar áudios a um conhecido pedindo para se hospedar em sua casa, enquanto tentava evitar ser localizada pelas autoridades, Larissa de Souza foi presa na manhã desta quarta-feira (15).

Segundo o delegado Fernando Bravo, responsável pela investigação do caso, a mulher foi encontrada em um hotel que fica próximo ao estádio Doutor Francisco de Palma Travassos, na zona Leste de Ribeirão Preto.

“Assim que recebemos o mandado de prisão, começamos a diligenciar. Hoje pela manhã, a equipe de investigação conseguiu um endereço de um hotel. Nós fomos checar e ela estava no local, e a equipe já cumpriu o mandado de prisão”, disse o delegado.

Após ser presa pelas equipes polícias, a mulher foi encaminhada para a CPJ (Central de Polícia Judiciária) de Ribeirão Preto – veja o momento em que ela chega à delegacia logo abaixo.

O pedido de prisão preventiva de Larissa havia sido decretado na tarde da última segunda-feira (13), e ela era considerada foragida pela Justiça.

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Relembre o caso

O caso aconteceu no dia 5 de fevereiro, quando Larissa foi até uma loja de açaí na zona Leste de Ribeirão Preto, retirar o pedido de dois copos de açaí.

Imagens de câmera de segurança mostram que na porta da residência dos envolvidos, Larissa entrega um dos copos para Adenilson, que deixa o produto no chão e sai do local. Na sequência, as imagens mostram a mulher recolhendo o copo de açaí do chão e entrando na residência.

Por volta das 20h, o casal retornou ao local, reclamou do sabor estranho e devolveu o açaí, que foi descartado. O homem precisou ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas, mas se recuperou e passa bem.

A possibilidade de o açaí ter sido envenenado na loja em que foi vendido está descartada pela polícia desde o início das investigações. Segundo o delegado José Carvalho de Araújo Júnior, o preparo do produto foi filmado e em nenhum momento as imagens demonstraram atitude suspeita.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) identificou a presença de terbufós no copo de açaí, componente químico típico de venenos usados na agricultura.

A mulher prestou depoimento à Polícia Civil no dia 19 de fevereiro. Desde o início da investigação ela nega qualquer envolvimento no caso. “Não sou culpada, não fui eu. Ele tomou açaí e, cerca de meia hora depois, começou a ter alguns sintomas”.

No dia 7 de abril, Adenilson prestou um novo depoimento à polícia e voltou a afirmar que acredita na inocência da namorada. “Mesma declaração. Não tenho nada a esconder. Não tenho nada a esconder, não. (…) Até porque, quase morro. Eu poderia muito bem falar. Eu poderia muito bem falar. (…) Eu quero que isso acabe e pronto”.

Para o promotor Eliseu Berardo Gonçalves, a hipótese de motivação financeira passou a ser considerada nas apurações. Segundo ele, a vítima carregava entre R$ 18 mil e R$ 20 mil em dinheiro vivo no dia do crime.

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