O Governo de São Paulo publicou o edital do concurso público para 70 vagas em cargos de níveis médio, técnico e superior para a Fundação Florestal, vinculada à Semil (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo).
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As oportunidades abrangem áreas estratégicas da gestão ambiental paulista, incluindo engenharia, análise ambiental, gestão, advocacia, arquitetura, contabilidade e apoio técnico.
Os salários são de R$ 5.177,00 para cargos de nível médio e de R$ 10.354,00 e R$ 11.294,14 para nível superior.
Entre os destaques estão os cargos de Analista Ambiental, Engenheiro e Técnico Ambiental, que somam 35 vagas e atuarão diretamente em atividades relacionadas à conservação das Unidades de Conservação.
Edital do concurso público
O edital foi publicado após contratação da FCC (Fundação Carlos Chagas) como banca organizadora. O documento completo, com cronograma, conteúdo programático e regras do certame, está disponível na internet (clique aqui).
Distribuição das vagas
- Analista de Gestão (nível superior): 17 vagas
- Engenheiro (nível superior): 14 vagas
- Analista Ambiental (nível superior): 12 vagas
- Técnico de Gestão (nível médio/técnico): 10 vagas
- Técnico Ambiental (nível médio/técnico): 9 vagas
- Advogado (nível superior em Direito): 6 vagas
- Arquiteto e Urbanista (nível superior): 1 vaga
- Contador (nível superior em Ciências Contábeis): 1 vaga
Cursos superiores exigidos
- Administração de Empresas ou Administração Pública
- Ciências Econômicas ou Economia
- Estatística
- Análise e Desenvolvimento de Sistemas
- Ciência da Computação
- Jornalismo
- Comunicação Social
- Psicologia
- Pedagogia
- Oceanografia
- Medicina Veterinária
- Ciências Biológicas ou Biologia
- Ecologia
- Gestão Ambiental
- Geografia
- Ciências Sociais
- Relações Internacionais
- Turismo ou Lazer e Turismo
- Direito
- Ciências Contábeis
- Engenharia Florestal
- Engenharia Ambiental
- Engenharia Civil
- Engenharia Elétrica
- Engenharia de Produção
- Engenharia Agrônoma
- Engenharia da Computação
- Engenharia Mecânica e de Automóvel
- Engenharia de Aquicultura e/ou Engenharia de Pesca
- Engenharia de Alimentos
- Arquitetura e Urbanismo
Inscrições e taxas
As taxas de inscrição são de R$ 79 para cargos de nível médio e técnico e de R$ 114 para cargos de nível superior. As inscrições devem ser realizadas das 10h do dia 15 de junho às 23h59 do dia 16 de julho (horário de Brasília) no link (clique aqui).

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Ministério da Saúde anuncia R$ 100 milhões para pesquisas da terapia CAR-T em Ribeirão Preto
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (10) um investimento de R$ 100 milhões para ampliar as pesquisas da terapia CAR-T desenvolvidas em Ribeirão Preto.
O anúncio aconteceu durante visita do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao Hemocentro da cidade, um dos principais centros de pesquisa em terapia celular do país.

Investimento busca ampliar acesso à terapia CAR-T
O recurso será destinado ao avanço dos estudos clínicos, à ampliação da capacidade de produção da tecnologia e às etapas necessárias para sua futura incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).
“Com isso, o registro desse produto para o SUS pode sair mais rápido. Isso significa que temos no SUS uma terapia que custa hoje em torno de US$ 500 mil o tratamento, a pessoa vai se tratar em outros países, nos Estados Unidos, paga do próprio bolso US$ 500 mil. Nós vamos ter isso no SUS de graça“, disse Padilha
Considerada uma das terapias mais inovadoras para o tratamento de cânceres hematológicos, a CAR-T foi desenvolvida por pesquisadores do Hemocentro de Ribeirão Preto em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e, posteriormente, com o Instituto Butantan.
Atualmente, o tratamento está disponível de forma limitada no Brasil. Quando realizado com tecnologias importadas, o custo pode variar entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões por paciente, o que restringe o acesso à maior parte da população.

Como funciona a terapia?
A terapia CAR-T utiliza células de defesa do próprio paciente para combater o câncer. O processo começa com a coleta dessas células, que passam por modificações genéticas em laboratório. Depois, os profissionais reintroduzem as células no organismo para que elas reconheçam e ataquem as células cancerígenas.
A tecnologia tem sido estudada principalmente para o tratamento de pacientes com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo que não respondem aos tratamentos convencionais.

Anvisa acompanha desenvolvimento da terapia
Durante a visita, Padilha destacou a importância estratégica da tecnologia para ampliar o acesso da população brasileira a tratamentos avançados contra o câncer. O ministro afirmou que o investimento busca acelerar as etapas de pesquisa e produção necessárias para a disponibilização da terapia na rede pública.
“Eles já estão recebendo essa medicação, sendo acompanhados, sem ter que pagar um real. Alguns receberam a medicação no mês de maio desse ano, outros já receberam há mais tempo, já tem esse prazo cumprido. Mas já é uma grande esperança para as pessoas que sofrem com tipos de cânceres dos tecidos sanguíneos”.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanha o desenvolvimento da tecnologia e os estudos clínicos necessários para sua avaliação regulatória. Os pesquisadores também realizam o monitoramento dos pacientes que receberam o tratamento para análise dos resultados a longo prazo.
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