O motorista suspeito de atropelar um casal que estava em uma moto, de forma intencional, em Patrocínio Paulista, a 100 quilômetros de Ribeirão Preto, é apontado pela polícia como ex-namorado da mulher. O caso é tratado como tentativa de homicídio e tentativa de feminicídio.
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Estado de saúde das vítimas
Após a batida, na madrugada de segunda-feira (22), as duas vítimas ficaram feridas: o homem sofreu escoriações e a mulher precisou ser encaminhada a um hospital para sutura de um ferimento no queixo. Câmeras de segurança registraram o momento do atropelamento e a fuga do suspeito.
Atropelamento tratado como intencional
Segundo a polícia, há indícios de que o condutor do veículo agiu com dolo, assumindo o risco de matar as vítimas. Antes do atropelamento, o suspeito teria descoberto o novo relacionamento da ex-companheira e a agredido fisicamente.
Ex-namorado é o principal suspeito
De acordo com as informações, no fim da noite do último domingo (21), o suspeito foi até a residência da vítima para buscar pertences pessoais. Ao descobrir que a ex-mulher estava em um novo relacionamento, ele a agrediu e fugiu levando as chaves do imóvel. O casal decidiu se afastar da casa e enquanto ambos seguiam de moto pela avenida Diamante, foram perseguidos e atropelados pelo carro conduzido pelo ex-companheiro da mulher.

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Ficou sabendo?
Advogada de Ribeirão afirma que teve apartamento de R$ 1,7 milhão transferido para outra pessoa sem autorização

Uma advogada de Ribeirão Preto afirma ter sofrido um golpe envolvendo a transferência fraudulenta de um apartamento avaliado em R$ 1,7 milhão, localizado na zona Sul do município.
De acordo com as informações da EPTV, Gislaine Ribeiro Miguel teria recebido o imóvel no ano passado como forma de pagamento em uma negociação e não teria a intenção de morar no local.
Por esse motivo, o imóvel teria sido colocado à venda. Segundo a advogada, ela descobriu a fraude no dia 7 de maio, depois de receber uma ligação do 2º Cartório de Registros de Imóveis para confirmar a negociação.
“A funcionária me ligou perguntando se eu havia vendido um apartamento. Deu o endereço e eu falei que não, que estava à venda, mas que não havia vendido. Aí ela pediu para que eu comparecesse no cartório porque tinha sido feito uma transação e com uma alienação fiduciária”, disse a advogada em entrevista à EPTV.


Vítima não reconhece a venda do apartamento
Ao procurar o cartório, Gislaine afirma que foi informada de que o apartamento havia sido transferido, no dia 29 de abril, para um suposto comprador identificado como João Pedro Amorim Santos, por meio de um financiamento realizado pelo Banco Santander.
Segundo a vítima, ela não reconhece essa venda e nem o comprador. A advogada ainda afirma que as assinaturas presentes na documentação teriam sido falsificadas e os documentos utilizados na operação seriam irregulares.
“As assinaturas foram falsificadas. Agora, na contestação do Banco Santander, o meu documento que foi utilizado é um documento falso e o do meu marido é uma carteira de habilitação vencida há 4 anos. Não foi juntado comprovante de residência do estelionatário, não foi juntado comprovante de renda, [não foi juntado] documento nenhum que prove que ele teria uma condição de fazer esse financiamento.”


Ainda de acordo com a advogada, o suspeito simulou o pagamento de R$ 700 mil de entrada e abriu contas falsas no nome dela e do marido pra receber a transferência da parte do banco.
“Foram abertas duas contas para nós, em Maceió, no Banco do Brasil, uma para mim e uma para meu marido. Seriam depositados R$ 512 mil e R$ 512 mil, mas na verdade essas contas foram abertas pelo estelionatário também. Foi falado para o banco que os R$ 700 mil, que seria a diferença da entrada, foi pago para nós, mas nem isso o estelionatário provou no banco. Não entrou um real na minha conta, nós desconhecemos por completo esse contrato.”
Por conta do ocorrido, a polícia e a Justiça de Ribeirão Preto foram acionadas, e, neste momento, o imóvel está bloqueado e não pode ser vendido.
O que dizem os envolvidos?
Em nota, o Banco Santander informou que está apurando o caso internamente, mas que não pode comentar sobre o caso em respeito ao sigilo das informações.
Já a Secretaria de Segurança Pública (SSP) disse que o caso foi registrado como estelionato e que a vítima foi orientada a oferecer representação criminal.
A reportagem da EPTV tentou contato com João Pedro Amorim Santos, mas ele não respondeu às mensagens. (Com informações da EPTV)


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