Diarista é presa após furto de joias na zona Sul

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Mulher era alvo de investigação da Polícia Civil e foi flagrada com oito joias furtadas da casa onde trabalhava, em Bonfim Paulista



| Por: Alfredo Risk e Adalberto Luque |

Uma diarista de 45 anos foi presa em flagrante na tarde desta quarta-feira (5), em uma residência do Condomínio Royal Park, em Bonfim Paulista, na zona Sul de Ribeirão Preto, após furtar joias da casa onde prestava serviços. J>O.F., já era investigada pela Delegacia de Investigações Gerais da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DIG/DEIC) por outro furto de joias ocorrido em uma residência onde também trabalhava.

A equipe da DIG cumpriria um mandado de busca e apreensão na casa da suspeita, expedido pela Justiça durante a apuração do primeiro caso. Antes disso, porém, os policiais decidiram abordá-la no imóvel onde ela trabalhava naquele dia.

Pouco antes da abordagem, a moradora informou aos investigadores que havia percebido o desaparecimento de joias guardadas em uma gaveta do quarto. Conforme o relato, Juliana era a única pessoa que não fazia parte da família presente na residência naquele momento.

Ao ser questionada, a diarista admitiu ter furtado as peças instantes antes e informou que elas estavam escondidas junto à bolsa, em um armário destinado aos funcionários, no banheiro da casa. No local indicado foram encontrados dois anéis, dois pingentes, uma argola e três correntes, todas peças de ouro, que foram recuperadas e devolvidas à proprietária.

Diarista foi presa após ser flagrada com as joias e, segundo Baldochi, vai responder também pelo outro furto a ela atribuído (Foto: Alfredo Risk)

De acordo com o delegado André Baldocchi, responsável pelas investigações, a prisão ocorreu enquanto a equipe se preparava para cumprir o mandado relacionado ao furto anterior. “Nós fomos cumprir mandado de busca na residência dessa mulher. Por nossa surpresa, ela acabara de subtrair oito joias de uma outra patroa dela. Ela foi presa em flagrante na posse dessas joias”, afirmou.

Investigação

O primeiro inquérito apura o desaparecimento de joias ocorrido em junho deste ano. De acordo com o delegado, a investigação começou depois que a vítima registrou boletim de ocorrência ao notar o sumiço das peças.

Durante as diligências, os policiais identificaram que J. era a única pessoa estranha ao núcleo familiar que havia tido acesso à residência no período em que os objetos desapareceram. A partir das investigações, a Polícia Civil reuniu elementos que levaram ao pedido de mandado de busca e apreensão na casa da suspeita.

Ainda segundo Baldocchi, a diarista confessou também o furto investigado pela DIG. O delegado informou que o conjunto de joias relacionado ao primeiro caso tem valor estimado entre R$ 300 mil e R$ 400 mil.

Após a prisão em flagrante, os policiais seguiram até a residência da investigada para cumprir o mandado judicial. No imóvel, não foram encontrados outros objetos de interesse para a investigação. Apenas o telefone celular de uso pessoal da mulher foi apreendido.

J. foi encaminhada à sede da DEIC e autuada por furto qualificado pelo abuso de confiança. Ela também deverá responder pelo furto investigado anteriormente. Segundo o delegado, a investigada possui antecedentes criminais e já foi condenada por um furto cometido quando trabalhava como camareira em um hotel. A defesa da mulher não foi localizada.

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Texto original daqui