Em 2026 trânsito já fez 56 vítimas

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Em sete meses de 2026 já são 56 óbitos, dois a mais que os 54 do mesmo período de 2025, alta de 3,70%, segundo o Infosiga
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Balanço divulgado pelo novo painel do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito (Infosiga-SP) indica que o trânsito de Ribeirão Preto registrou 87 mortes no ano passado, 21 a menos que as 108 de 2024, queda de 19,44%.
Em sete meses de 2026 já são 56 óbitos, dois a mais que os 54 do mesmo período de 2025, alta de 3,70%.

Neste ano são seis em janeiro, quatro em fevereiro, oito em março, onze em abril, dez em maio (dado revisado), sete em junho e dez em julho, três a mais e aumento de 42,86%. Disparou 233,33% em comparação com os três de julho de 2025, sete a mais. Entre as vítimas estão 45 homens (80%) e onze mulheres (20%).

São 27 motociclistas (48%), doze pedestres (22%), seis ciclistas (10%), sete pessoas que estavam de carro (12%), um de caminhão (2%) e dados de três não estão disponíveis (6%). Trinta e cinco mortes ocorreram em vias municipais (62,3%), 15 em rodovias dentro do perímetro urbano (28,4%) e não há informação sobre cinco (9,2%). Um óbito não está disponível.

Em 2025, ainda ocorreram oito em dezembro, três em novembro, oito em outubro, seis em setembro, oito em agosto, três em julho, sete mortes em junho, doze em maio, quatro em abril, dez em março, onze em fevereiro (recorde de 2025) e sete em janeiro. Encerrou o período anterior com 25 mortes a mais que os 83 óbitos de 2023, aumento de 30,12%.

A cidade também bateu o recorde histórico de 2022, quando 101 pessoas morreram nas vias do município. São sete a mais, aumento de 6,93% A taxa em doze meses – de junho de 2025 a julho deste ano – está em 12,52 por 100 mil habitantes, acima dos 11,53 do mês anterior.

Este resultado fez Ribeirão Preto saltar do 15º para o 11º lugar no ranking estadual de mortes no trânsito, com 89 óbitos no período. Taubaté lidera (taxa de 17,51), seguida por São Bernardo do Campo (15,41), Franca (15,15), São Vicente (14,99) e Piracicaba (14,85).

Perfil – No ano passado, 47 vítimas estavam de motocicleta (54% do total), 13 de bicicleta (15%), onze eram pedestres (13%), nove estavam de carro (10%), três de caminhão (3%) e três dados não estão disponíveis (3%). Não há informações sobre um óbito.  São 62 homens (71%) e 25 mulheres (29%). Em 2024, 61 vítimas estavam de motocicleta (57% do total), 74,29% acima dos 35 de 2023 (33,75% das mortes), 26 a mais.

Em 2025, 20 mortes ocorreram em rodovias dentro do perímetro urbano (23%), 56 em vias municipais (64,4%) e onze não têm identificação de local (12,6%). Trinta e duas mortes ocorreram em rodovias dentro do perímetro urbano (29,63%) em 2024.

Outras 62 foram registradas em vias municipais (57,41%) e 14 não têm identificação de local (12,96%), segundo o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito. A malha viária é composta por mais de 1,5 mil quilômetros de vias municipais e também de rodovias concedidas pelo Estado.

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Texto original daqui