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Dólar recua 0,07% e fecha a R$ 5,21

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Após trocas de sinal ao longo da tarde, com oscilações bem
contidas, o dólar encerrou a sessão desta sexta-feira, 2 de outubro, praticamente estável, na casa de R$ 5,21. No último pregão antes do primeiro turno da eleição presidencial, a cautela deu o tom aos negócios no mercado de câmbio e impediu o real de pegar carona na onda global de desvalorização da moeda americana.

O real ensaiou uma onda de apreciação após a divulgação do payroll e desceu até a casa de R$ 5,20, com mínima de R$ 5,2006. Mas se descolou do ambiente externo ainda pela manhã e ultrapassou R$ 5,23 no início da tarde (máxima de R$ 5,2320), com ajustes de posições, segundo operadores. O dólar à vista terminou o dia cotado a R$ 5,2165, em queda de 0,07%.

A divisa encerrou agosto com ganhos de 2,16% e perdeu 0,10% em setembro. No trimestre, houve alta de 0,23%. Avança 0,80% em outubro e subiu 0,67% na semana, após elevação de 0,72% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 4,97% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.

O Ibovespa – índice de referência da B3 – superou a faixa dos 192 mil pontos, avançou 2,63% e encerrou a sexta-feira aos 192.114,55 pontos, no maior nível desde 17 de abril, quando atingiu 192.888,96 pontos. A mínima foi de 186.144,24 pontos, com máxima de 192.118,70 pontos. O giro financeiro no dia foi forte, em R$ 31 bilhões.

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Encerrou agosto com leve queda de 0,33% e ganhou 5,03% em setembro. No terceiro trimestre, subiu 8,32%. Ganha 3,10% em outubro. Avança 4,71% na semana, após queda de 0,95% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e 7,22% em maio.

Em fevereiro houve alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 19,23% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

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Texto original daqui