chances de ser chamado.
A Polícia Civil de São Paulo descartou a atuação de um serial killer (assassino em série) na capital paulista. A informação foi confirmada pela diretora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), delegada Ivalda Aleixo, após publicações na internet relacionarem diferentes mortes recentes na cidade.
Receba notícias do acidade on Ribeirão no WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o link aqui!
Delegada descarta serial killer
Segundo a delegada, não há indícios de que os crimes tenham ligação direta entre si. “Não existe nenhuma evidência de que um serial killer está agindo em São Paulo”, disse a delegada em vídeo publicado nas redes sociais.
A circulação do boato começou porque algumas vítimas foram encontradas enroladas em sacos plásticos, cobertores ou tecidos. A polícia explica que essa forma de esconder e transportar corpos é comum na criminalidade e não representa a marca de uma única pessoa.
não ser chamado
para entrevistas?
para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
“Esse tipo de acondicionamento infelizmente é recorrente para transportar e ocultar cadáveres. Mas, isoladamente, não constitui a assinatura de um criminoso”, disse a delegada.
Crimes em diferentes regiões
Outro fator que afasta a tese de um criminoso único é a distância entre os locais onde os corpos foram localizados:
- 4 casos na Zona Leste
- 3 casos na Zona Sul
- 1 caso na Zona Norte
- 1 caso na Zona Oeste
Entre os registros estão um corpo amarrado achado em 5 de setembro no Jabaquara, na Zona Sul, e outro esquartejado no dia 19 de setembro no Jaçanã, na Zona Norte. Não há registros na região central.
Ligação com facção criminosa
chances de ser
chamado para entrevistas.
Embora tenha descartado um serial killer, o DHPP investiga a relação das mortes com o chamado “tribunal do crime”, ligado à facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Ao todo, o departamento abriu inquéritos individuais para apurar ao menos oito ocorrências. Das vítimas atendidas pelo DHPP, sete já tiveram a identidade confirmada e uma segue sem identificação.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o foco das apurações agora é identificar os autores dos assassinatos e confirmar o motivo dos crimes, que têm entre as principais hipóteses vingança e ordens internas da facção.
O que é um serial killer? Entenda a origem do termo
Embora a expressão serial killer dê a impressão de se tratar de um fenômeno moderno, o termo surgiu apenas na década de 1970 para descrever comportamentos criminosos antigos. A origem do conceito e as controvérsias sobre o que realmente caracteriza um assassino em série foram detalhadas em artigo assinado pelo pesquisador Rafael Pereira Gabardo Guimarães e divulgado pela Polícia Civil do Paraná (PCPR).
Segundo o levantamento publicado pela corporação, a denominação ganhou força a partir de Robert Ressler, agente especial do Federal Bureau of Investigation (FBI) e um dos membros fundadores da Unidade de Ciência Comportamental da agência norte-americana.
Ressler começou a utilizar o termo após acompanhar uma palestra que descrevia sequências de roubos, estupros e assassinatos como “crimes em série”. Há registros de que o crítico alemão Siegfried Kracauer já havia empregado a expressão “homicida em série” (serial murderer) uma década antes, mas foi o agente norte-americano quem consolidou o vocábulo na cultura mundial.
A regra dos três critérios
De acordo com o texto da PCPR, a classificação adotada oficialmente pelo FBI apoia-se em três elementos objetivos:
- Quantidade: o indivíduo deve assassinar três ou mais pessoas.
- Lugar: os crimes ocorrem em locais diferentes.
- Tempo: há um período de intervalo (ou resfriamento emocional) entre as mortes.
Divergências e limites da classificação
Apesar de ser amplamente difundida, a fórmula do FBI enfrenta divergências na criminologia. A avaliação apontada no artigo destaca que a definição oficial é vista por parte dos especialistas ora como excessivamente ampla, ora como restrita.
O principal ponto de discordância gira em torno da motivação. Especialistas no assunto sustentam que o assassino em série age impulsionado por componentes psicológicos específicos, frequentemente associados a conotações sexuais ou satisfação pessoal mórbida. Se forem considerados apenas critérios frios de tempo, local e contagem de mortos, criminosos como matadores de aluguel ou sequestradores poderiam entrar na mesma categoria, ainda que sua conduta responda a interesses financeiros ou funcionais completamente distintos.
Com informações Ítalo Lo Re/Estadão Conteúdo


Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ribeirão Preto e região por meio do WhatsApp do acidade on Ribeirão: (16) 99117-7802.
O post Serial killer agindo em SP? Veja o que a polícia diz sobre mortes com traços de execução apareceu primeiro em ACidade ON Ribeirão Preto.

