chances de ser chamado.
Os recém-nascidos no estado de São Paulo agora contam com o exame para identificar a AME (Atrofia Muscular Espinhal) no teste do pezinho. A novidade começou a valer na segunda-feira (12) em todos os 645 municípios paulistas e vai beneficiar cerca de 475 mil crianças por ano, tanto na rede pública quanto nos hospitais particulares.
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Com a decisão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, o teste do pezinho passa a rastrear oito doenças genéticas e metabólicas. A triagem da AME é feita com as mesmas gotas de sangue já coletadas do calcanhar da criança entre o 2º e o 5º dia de vida, sem necessidade de uma nova picada.
O que muda no atendimento dos bebês
- Investimento estadual: O governo paulista vai destinar R$ 20,8 milhões por ano para bancar o teste. Em laboratórios particulares, a análise genética para AME custa em média R$ 1,5 mil.
- Confirmação: Em caso de suspeita, o recém-nascido é enviado para um Centro Especializado de Referência, onde faz uma contraprova com coleta de saliva na bochecha.
- Laboratórios: A análise inicial fica a cargo do Instituto Jô Clemente e, em seguida, passa a ser feita também pelos Hospitais das Clínicas da Unicamp e de Ribeirão Preto.
As doenças identificadas no teste em SP
Além da AME, o teste do pezinho estadual analisa:
não ser chamado
para entrevistas?
para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
- Fenilcetonúria;
- Hipotireoidismo congênito;
- Doença falciforme e outras alterações da hemoglobina;
- Fibrose cística;
- Hiperplasia adrenal congênita;
- Deficiência de biotinidase.
Por que a identificação precoce faz diferença
A AME é uma condição genética degenerativa que ataca os neurônios motores e provoca perda progressiva da força muscular. Detectar o problema antes dos primeiros sinais motores permite iniciar o uso de remédios que freiam o avanço das limitações físicas.
O quadro se divide em três faixas principais:
- Tipo 1: manifesta-se antes dos 6 meses de vida, afeta a respiração e a deglutição e responde por 32% dos casos no Brasil;
- Tipo 2: surge entre os 6 e 18 meses, permitindo que a criança sente, mas com prejuízos para ficar de pé ou andar;
- Tipo 3: aparece após os 18 meses, com perda gradual da capacidade de caminhar com o passar dos anos.
Números da doença no país
chances de ser
chamado para entrevistas.
Dados do Iname (Instituto Nacional da Atrofia Muscular Espinhal) apontam mais de 2.100 pessoas cadastradas com a condição no país. O estado de São Paulo reúne 582 registros — o maior índice nacional —, seguido por Minas Gerais, com 197 casos. Com a entrada de São Paulo, o Brasil passa a ter sete estados que oferecem o rastreio da AME no nascimento.

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