chances de ser chamado.
A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) está em busca de cuidadores de idosos para uma pesquisa que busca investigar os efeitos do canabidiol na síndrome de Burnout e empatia de cuidadores remunerados e não remunerados.
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O estudo tem como objetivo avaliar se o uso da substância, extraída da planta Cannabis, pode reduzir os sinais da exaustão emocional e melhorar a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo os sentimentos e emoções de cuidadores de pessoas idosas que dependem de ajuda para atividades do dia a dia.
Além disso, a pesquisa também analisará a relação entre síndrome de Burnout, empatia e satisfação com o cuidado ofertado. Para participar os interessados devem entrar em contato pelo WhatsApp (16) 92005-4475.
A pesquisa é do pós-doutorando Madson Maximiano-Barreto, desenvolvida no Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da FMRP, com orientação da professora Flávia de Lima Osório.
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Quem pode se inscrever no estudo?
Podem se inscrever no estudo da FMRP homens ou mulheres maiores de 18 anos que exerçam a função de cuidador de uma pessoa idosa, sendo da família ou não, por um período mínimo de três meses e que desempenham a carga horária de seis horas diárias.
chances de ser
chamado para entrevistas.
A pesquisa será realizada em duas etapas:
- na primeira, os cuidadores responderão a um questionário sobre sua rotina, saúde emocional e cuidado prestado;
- na segunda etapa, os participantes serão divididos por sorteio para receber canabidiol ou placebo por quatro semanas, sendo avaliados antes e depois do processo de intervenção.

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Ficou sabendo? Estudo da USP Ribeirão usa estímulo de 5 dias no cérebro para diminuir a vontade de comer
Um estudo-piloto da FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto) da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que, apenas cinco dias de estimulação cerebral não invasiva, combinados a sessões de educação nutricional, foram capazes de reduzir o desejo intenso por comida (food craving) em mulheres com obesidade. Os resultados do estudo-piloto foram publicados na revista Physiology & Behavior.
A obesidade é considerada um dos principais problemas de saúde pública no mundo – e sua prevalência é maior entre as mulheres. Projeções do World Obesity Atlas indicam que, em 2030, aproximadamente 346 milhões de homens terão obesidade grau 1 – índice de massa corporal (IMC) entre 30 e 34,9 kg/m2 – e 141 milhões terão obesidade grau 2 (entre 35 e 39,9 kg/m2) ou mais. Entre as mulheres, esses números são 399 milhões e 244 milhões, respectivamente.
Além das alterações metabólicas, como resistência à insulina, estudos de neuroimagem indicam que a doença está associada também a mudanças em áreas do cérebro relacionadas ao controle cognitivo, à recompensa e ao comportamento alimentar.
Uma dessas regiões é o córtex pré-frontal dorsolateral, envolvido na tomada de decisão e na autorregulação. Especula-se que a atividade dessa área do cérebro possa estar reduzida em pessoas com obesidade. No estudo, a região foi alvo da estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS, na sigla em inglês) – técnica indolor e não invasiva que consiste em aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade (2 miliamperes, no caso) sobre o couro cabeludo por meio de eletrodos esponjosos embebidos em soro fisiológico, modulando a excitabilidade dos neurônios da região-alvo. A investigação foi conduzida com apoio da Fapesp – clique aqui para ler a reportagem completa.


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