Avançar para o conteúdo

Casos de estupros crescem 65% em Ribeirão

Arte B — 970x250
Só restam 3 vagas
Aumente suas
chances de ser chamado.
Reestruturamos seu currículo para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes em 2026
Quero minha análise
Resposta em 1h · Sem compromisso


Por: Adalberto Luque

Os registros de casos estupro aumentaram 65,2% em Ribeirão Preto nos primeiros nove meses de 2026, na comparação com o mesmo período de 2024. O crescimento também aparece nos casos de estupro de vulnerável, que avançaram 77,5% no intervalo. Os números fazem parte das estatísticas divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), em 30 de outubro, referentes a setembro, e revelam um cenário de contrastes na criminalidade do município: enquanto os crimes sexuais e os homicídios apresentam crescimento, os roubos e os furtos em geral seguem em trajetória de redução.

Entre janeiro e setembro deste ano, Ribeirão Preto contabilizou 218 registros de estupro, considerando as ocorrências de estupro e estupro de vulnerável. No mesmo intervalo de 2025, foram 168, enquanto em 2024 o total havia sido de 132. Na comparação com o ano passado, o aumento foi de 29,8%.

O avanço também aparece nos crimes contra a vida. Os homicídios dolosos passaram de 23, nos primeiros nove meses de 2024, para 24 em 2025 e 37 em 2026. O crescimento foi de 54,2% em relação ao ano passado e de 60,9% na comparação com 2024.

Arte A — 300x250
Só restam 3 vagas
Cansado de
não ser chamado
para entrevistas?
Reestruturamos seu currículo
para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes satisfeitos em 2026
Quero ser chamado
Resposta em até 1h · Sem compromisso
Consultoria de Recolocação · (16) 99126-8411

Em contrapartida, os crimes contra o patrimônio apresentam redução expressiva. Os roubos em geral caíram 12,4% em relação ao mesmo período de 2025 e 39,1% na comparação com 2024. Os furtos também diminuíram, com recuo de 19,2% e 30,3%, respectivamente.

Os dados permitem observar uma mudança importante no comportamento de diferentes modalidades criminosas. O município registra menos ocorrências de subtração de bens mediante violência ou ameaça e de furtos, mas enfrenta crescimento em indicadores relacionados à violência contra a pessoa.

Crimes contra a vida

Arte B — 300x250
Só restam 3 vagas
Aumente suas
chances de ser
chamado para entrevistas.
Reestruturamos seu currículo para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes satisfeitos em 2026
Quero minha análise
Resposta em até 1h · Sem compromisso
Consultoria de Recolocação · (16) 99126-8411

Além dos homicídios, outras modalidades de violência apresentaram aumento no recorte de janeiro a setembro. As tentativas de homicídio somaram 44 registros em 2026, contra 31 em 2025. A elevação foi de 41,9%. Em 2024, entretanto, haviam sido contabilizadas 49 ocorrências, número 10,2% superior ao registrado neste ano.

A lesão corporal dolosa, quando há intenção de provocar dano físico a outra pessoa, também avançou. Foram 2.225 registros nos primeiros nove meses de 2026, contra 2.090 no mesmo período do ano passado, aumento de 6,5%. Em relação a 2024, quando houve 1.599 casos, a alta chega a 39,1%.

Casos de homicídio tiveram alta superior a 60% nos últimos em Ribeirão Preto, no recorte dos últimos dois anos | Foto: Alfredo Risk

Na prática, a cidade registrou uma média de pouco mais de oito ocorrências de lesão corporal dolosa por dia neste ano, considerando os 273 dias compreendidos entre janeiro e setembro.

Outro indicador que chama a atenção é o latrocínio, roubo seguido de morte. Ribeirão Preto contabilizou quatro casos entre janeiro e setembro de 2026, contra um no mesmo período de 2025 e quatro em 2024. O aumento em relação ao ano passado é de 300%, embora a comparação envolva números absolutos pequenos.

A distribuição dos casos também merece atenção. Houve um registro em fevereiro, seguido por um intervalo sem ocorrências. Os latrocínios voltaram a ser registrados em julho, agosto e setembro, com um caso em cada mês.

O comportamento dos homicídios também aparece quando são considerados os totais anuais. Até setembro de 2026, Ribeirão Preto já havia registrado 37 homicídios dolosos, número superior aos 31 contabilizados durante todo o ano de 2025 e aos 32 de 2024.

Isso significa que, mesmo faltando três meses para o encerramento de 2026, o município já superou em 19,4% o total de homicídios do ano passado e em 15,6% o de 2024.

Nas tentativas de homicídio, os 44 registros até setembro também ultrapassaram os 41 de todo o ano de 2025. Em 2024, foram 60.

A lesão corporal dolosa chegou a 2.225 ocorrências, praticamente igualando o total de 2024, quando foram registrados 2.210 casos. Já em 2025, o ano terminou com 2.888 registros.

No caso dos latrocínios, os quatro registrados 2026 já igualam o total de 2024 e representam quatro vezes o número registrado durante todo o ano passado.

Patrimônio

Na outra ponta dos indicadores estão os crimes contra o patrimônio. Os roubos em geral, que incluem subtrações mediante violência ou grave ameaça, totalizaram 869 registros entre janeiro e setembro de 2026. No mesmo período de 2025, foram 992, enquanto em 2024 o número chegou a 1.426.

A redução de 12,4% em relação ao ano passado se soma à queda de 39,1% na comparação com 2024. Considerando os 273 dias do período, a média foi de aproximadamente 3,2 roubos por dia em Ribeirão Preto.

Os roubos de veículos também apresentaram redução. Foram 98 ocorrências nos primeiros nove meses deste ano, contra 145 em 2025 e 155 em 2024. A diminuição foi de 32,4% em relação ao ano passado e de 36,8% na comparação com dois anos atrás.

O indicador é ainda mais expressivo quando se observa o histórico completo. Durante todo o ano de 2025, Ribeirão Preto registrou 188 roubos de veículos. Em 2024, foram 216. Os 98 casos contabilizados até setembro de 2026 representam pouco mais da metade do total do ano passado.

Nos furtos em geral, a redução também é significativa. Foram 5.036 registros entre janeiro e setembro deste ano, contra 6.229 no mesmo período de 2025 e 7.226 em 2024. A queda foi de 19,2% em relação ao ano passado e de 30,3% na comparação com 2024.

Apesar da redução, a quantidade de ocorrências ainda é elevada. A média corresponde a aproximadamente 18,4 furtos por dia na cidade, ou um registro a cada 1h18.

O comportamento dos furtos de veículos, entretanto, segue em direção contrária. Foram 1.167 ocorrências entre janeiro e setembro de 2026, contra 964 em 2025 e 1.016 em 2024. O aumento foi de 21,1% em relação ao ano passado e de 14,9% na comparação com 2024.

A média chega a 4,3 veículos furtados por dia no município, aproximadamente um a cada cinco horas e 37 minutos.

O contraste entre os indicadores mostra que a redução dos roubos de veículos não foi acompanhada pela diminuição dos furtos dessa modalidade. Enquanto as subtrações mediante violência ou ameaça recuaram, os casos em que não há esse tipo de abordagem cresceram.

Estupros de vulneráveis aumentam 31,7%

Os registros de violência sexual merecem uma análise específica pelo crescimento verificado em Ribeirão Preto. Entre janeiro e setembro de 2026, foram contabilizados 218 estupros, dos quais 158 classificados como estupro de vulnerável. Isso significa que aproximadamente 72,5% dos registros dessa natureza envolveram vítimas consideradas vulneráveis pela legislação.

O Código Penal considera vulnerável a pessoa menor de 14 anos. A classificação também abrange pessoas que, por enfermidade ou deficiência mental, não possuem o discernimento necessário para a prática do ato, ou que, por outra causa, não conseguem oferecer resistência. A legislação estabelece que a prática de conjunção carnal ou outro ato libidinoso com pessoa nessas condições configura estupro de vulnerável.

O crescimento é observado nas duas modalidades. Os 218 registros de estupro representam 29,8% a mais que os 168 contabilizados no mesmo período de 2025. Em relação a 2024, quando foram 132, o aumento chega a 65,2%.

Nos casos envolvendo vulneráveis, a situação é ainda mais acentuada. Foram 158 ocorrências em 2026, contra 120 no ano passado e 89 em 2024. A elevação foi de 31,7% em relação a 2025 e de 77,5% na comparação com 2024.

Os números também podem ser observados sob a perspectiva dos anos completos. Em todo o ano de 2024, Ribeirão Preto registrou 177 estupros. Em 2025, foram 239. Até setembro deste ano, já são 218, o equivalente a 91,2% do total do ano passado e 23,2% acima de todo o resultado de 2024.

De acordo com os dados da SSP, os crimes contra a vida tiveram alta, mas os casos de estupro e de estupro de vulneráveis dispararam nas estatísticas | Foto: Reprodução

No estupro de vulnerável, foram 117 registros em 2024 e 171 em 2025. Os 158 casos contabilizados até setembro de 2026 já representam 35% a mais que o total de 2024 e correspondem a 92,4% de todas as ocorrências do ano passado.

A evolução mensal também mostra uma elevação entre agosto e setembro. Os registros de estupro passaram de 19 para 25, aumento de 31,6%. No estupro de vulnerável, foram 14 casos em agosto e 17 em setembro, crescimento de 21,4%.

A comparação com os dados nacionais mais recentes disponíveis revela um comportamento diferente. O 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado em 2026 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, contabilizou 84.388 vítimas de estupro e estupro de vulnerável no Brasil em 2025. O resultado representou uma redução de 5,4% em relação a 2024, quando haviam sido registrados 88.843 casos.

A diminuição ocorreu nas duas modalidades: os registros de estupro caíram 6% e os de estupro de vulnerável, 5,2%. Ainda assim, o volume nacional permanece elevado. Os casos envolvendo vulneráveis corresponderam a 77% do total registrado em 2025.

O perfil das vítimas também é revelador. Segundo o levantamento, 93,3% das vítimas de estupro eram mulheres. Entre as vítimas de até 13 anos, 59,2% dos autores identificados eram familiares e outros 36,9% eram pessoas conhecidas. A residência foi o local de 65,6% dos estupros de vulnerável registrados.

As pesquisadoras Beatriz Schroeder e Deise Nunes, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, analisaram os números e chamaram a atenção para a necessidade de cautela na interpretação da queda nacional. Segundo elas, as notificações de violência sexual no sistema de saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), cresceram 2,4% em 2025, apesar da diminuição dos registros policiais.

A diferença pode indicar subnotificação, ou seja, situações de violência que chegam aos serviços de saúde, mas não se transformam necessariamente em boletins de ocorrência. As pesquisadoras observam que a redução dos registros policiais não significa, obrigatoriamente, que a violência tenha diminuído na mesma proporção.

A advogada Luciana Temer, professora de Direito Constitucional da PUC-SP e presidente do Instituto Liberta, também abordou o tema em análise publicada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Ela ressaltou que a queda dos registros de estupro de vulnerável, observada pela primeira vez desde o início da série histórica do Anuário, em 2019, precisa ser acompanhada nos próximos anos.

A pesquisadora destacou ainda que 65,6% dos estupros de vulnerável ocorreram dentro de residências em 2025. Entre os casos em que havia informação sobre a relação entre vítima e autor, 59,2% dos agressores eram familiares e 36,9% eram conhecidos.

Em Ribeirão Preto, portanto, o avanço dos registros segue na direção oposta à tendência nacional de 2025. A cidade já contabiliza, até setembro, mais estupros do que em todo o ano de 2024 e se aproxima do total de 2025. O crescimento proporcional é ainda maior quando se observa especificamente a violência sexual contra vulneráveis.

Denúncia revelou abusos

Uma menina de três anos foi vítima de estupros praticados pela própria mãe, Leilane Vitória Oliva Coelho, e pelo padrasto, Andrey Gabriel Zancarli. O caso veio à tona depois que um amante da mulher teve acesso a vídeos dos abusos sexuais cometidos contra a criança e denunciou o crime à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Ribeirão Preto. O casal foi preso em 10 de dezembro do ano passado, após a denúncia, que levou à abertura das investigações.

Com a apreensão dos celulares dos investigados, a Polícia Civil encontrou gravações dos abusos. Segundo a investigação, a menina era dopada para não se lembrar dos atos, que também eram registrados em vídeo. A mãe alegou ter feito as gravações por causa de um fetiche. O padrasto negou os estupros, mas admitiu que os dois haviam feito “coisas erradas”. As crianças que viviam com o casal foram acolhidas pelo Conselho Tutelar, e a menina ficou inicialmente em um abrigo. Desde 31 de dezembro, ela está sob os cuidados do pai biológico, que mora na região de Paranapanema, onde passou a receber acompanhamento terapêutico.

Mãe e padrasto de menina de três anos foram condenados por estupro de vulnerável em maio | Foto: Reprodução Redes Sociais

Em maio deste ano, Leilane foi condenada a 63 anos de reclusão, enquanto Zancarli recebeu pena de 41 anos. Ambos foram responsabilizados por estupro de vulnerável e outros crimes relacionados à produção, divulgação e posse de pornografia infantil, além de aliciamento de criança e fornecimento de bebida alcoólica. Os dois permanecem presos. As penas ainda poderiam ser ampliadas, conforme as informações divulgadas na ocasião.

O processo tramita em segredo de Justiça. A descoberta dos abusos ocorreu por uma circunstância que não envolveu uma ação de prevenção ou fiscalização, mas a denúncia de uma pessoa que teve acesso às gravações. Sem essa intervenção, os crimes poderiam permanecer desconhecidos por tempo indeterminado, mesmo acontecendo no ambiente familiar e envolvendo justamente as pessoas que deveriam proteger a criança.

Casos distribuídos nas regiões da cidade

A distribuição territorial dos registros também revela diferenças importantes entre as áreas atendidas pelas oito unidades distritais da Polícia Civil de Ribeirão Preto.

O 1º Distrito Policial (DP), responsável pela região central, mantém os indicadores sob controle há vários anos. Já o 2º DP, que atende os Campos Elíseos e bairros da zona Norte, continua concentrando o maior número de furtos em geral. Foram 1.036 ocorrências em 2026, até setembro. Isso representa aproximadamente 3,8 furtos por dia naquela área.

A região também lidera os registros de estupro e estupro de vulnerável. Foram 55 ocorrências de estupro e 45 envolvendo vítimas vulneráveis. O número de roubos de veículos também chama a atenção: 31 casos.

Na zona Oeste, o 3º DP, responsável pela Vila Tibério e região, contabilizou cinco homicídios dolosos, figurando entre as três delegacias com maior número de registros dessa natureza. A unidade também apresenta um volume expressivo de roubos em geral, com 210 ocorrências.

O 4º DP, que atende parte da zona Sul, concentra o maior número de furtos de veículos da cidade. A região reúne bairros residenciais de alto poder aquisitivo, além de estabelecimentos comerciais, bares, restaurantes e casas noturnas.

Região do 4º DP, na zona Sul, se mantém como onde mais furtos de veículo ocorrem em Ribeirão Preto | Foto: GCM / Divulgação

O 5º DP, responsável pelo Ipiranga e por grande parte da zona Norte, também aparece entre as áreas com mais homicídios. Foram cinco registros até setembro, o mesmo número contabilizado pelo 3º DP.

O 6º DP, que atende a Vila Virgínia e grande parte da zona Oeste, lidera os registros de homicídios em Ribeirão Preto. Foram seis casos nos primeiros nove meses de 2026.

Em Bonfim Paulista, área atendida pelo 7º DP, foram registrados dois homicídios. O número chama a atenção diante do histórico de baixos índices de criminalidade da região, tradicionalmente considerada uma área de tranquilidade.

Outro indicador é o roubo de veículos. Nenhum automóvel foi roubado na área do 7º DP em 2026. O último registro dessa modalidade ocorreu em novembro de 2025.

Na zona Leste, o 8º DP, responsável pelo Jardim Paulistano e bairros próximos, contabilizou 182 furtos de veículos. A unidade ocupa a segunda posição nesse tipo de ocorrência, atrás apenas do 4º DP.

Comparação entre agosto e setembro

A comparação entre agosto e setembro permite observar oscilações pontuais nos indicadores. Nos homicídios dolosos, agosto terminou sem registros em Ribeirão Preto. Em setembro, foram contabilizados três casos.

As tentativas de homicídio passaram de sete para nove ocorrências, crescimento de 28,6%. Já a lesão corporal dolosa apresentou redução, passando de 268 registros em agosto para 238 em setembro, queda de 11,2%.

Nos latrocínios, houve estabilidade, com um caso em cada mês.

A violência sexual apresentou crescimento. Os registros de estupro passaram de 19 em agosto para 25 em setembro. No estupro de vulnerável, foram 14 e 17 ocorrências, respectivamente.

Entre os crimes patrimoniais, os roubos em geral diminuíram de 81 para 77 casos, recuo de 4,9%. Os roubos de veículos passaram de 16 para 14, redução de 12,5%.

Os furtos em geral tiveram a maior queda entre os indicadores comparados. Foram 456 registros em agosto e 341 em setembro, diminuição de 25,2%.

Já os furtos de veículos permaneceram praticamente estáveis. Foram 155 ocorrências em agosto e 154 no mês seguinte, redução de apenas 0,6%.

Ribeirão registra média de 11 prisões por dia

Além dos registros criminais, a SSP divulgou os números relacionados à produtividade policial em Ribeirão Preto entre janeiro e setembro de 2026. No período, foram instaurados 6.660 inquéritos policiais.

Nos nove primeiros meses, de acordo com a SSP, Ribeirão Preto registrou uma prisão a cada duas horas e seis minutos | Foto: Alfredo Risk

As forças policiais recuperaram 467 veículos e efetuaram 3.107 prisões, cerca de 11 por dia, ou um preso a cada duas horas e seis minutos. Também foram apreendidos 378 adolescentes envolvidos em atos infracionais. O balanço aponta ainda a apreensão de 201 armas de fogo, retiradas de circulação, e 583 ocorrências relacionadas ao tráfico de entorpecentes.

Os números complementam o panorama da segurança pública no município, que apresenta resultados distintos conforme a modalidade criminal analisada. A redução dos roubos e furtos em geral convive com o aumento dos homicídios, das lesões corporais dolosas, dos furtos de veículos e, principalmente, dos registros de violência sexual.

Sem retorno

O Tribuna Ribeirão pediu nota à SSP com uma análise dos resultados obtidos nos crimes contra o patrimônio e contra a vida, além do alto número de casos de estupro, mas não recebeu retorno.

Inscreva-se em nosso Canal no Whatsapp e fique por dentro de tudo que acontece na região.
Clique Aqui!



Texto original daqui