Esquenta dos mercados: Wall Street amanhece no azul após o Natal, em dia de agenda esvaziada e pouca liquidez nas bolsas globais

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RESUMO DO DIA: Mais uma semana de liquidez reduzida se inicia nos mercados globais, com um menor volume de negócios nas bolsas devido ao recesso de fim de ano.

Nos Estados Unidos, os índices acionários operam no azul no retorno do feriado de Natal.

Já na Europa, as principais bolsas locais estarão fechadas hoje, ainda em celebração natalina.

Com uma agenda mais esvaziada, tanto por aqui quanto no exterior, os investidores aguardam a divulgação de dados econômicos nos próximos dias.

Os destaques do calendário ficam para a nova edição do Boletim Focus pelo Banco Central nesta terça-feira (26) e o IPCA-15 e o IGP-M na quinta-feira (28).

No cenário local, ainda está no radar a expectativa com um potencial anúncio por Fernando Haddad, ministro da Fazenda, nos próximos dias de um pacote de medidas alternativas para compensar a desoneração da folha de pagamento a 17 setores da economia.

Confira o que movimenta os mercados nesta terça-feira (26):


BOLSAS DA EUROPA PROLONGAM FERIADO DE NATAL

As principais bolsas de valores da Europa estão fechadas nesta terça-feira (26).

Tradicionalmente, as bolsas de Londres, Frankfurt e Paris prolongam por mais um dia o feriado de Natal.

FUTUROS DE NOVA YORK VOLTAM DO NATAL EM LEVE ALTA

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York voltaram do feriado de Natal em leve alta.

Wall Street exibe ganhos modestos no início da última semana de 2023.

Os próximos dias tendem a ser marcados por baixa liquidez e agenda esvaziada.

Veja como andam os índices em Wall Street por volta das 7h35:

  • S&P 500: +0,12%
  • Dow Jones: +0,11%
  • Nasdaq: +0,18%

O PULO DO GATO PARA O IBOVESPA EM 2024

Conforme delineado na semana passada, quando abordamos algumas perspectivas para o cenário internacional em 2024, desejo compartilhar minha visão sobre o que podemos antecipar para o Brasil no próximo ano.

Do ponto de vista pragmático, atravessamos atualmente um ciclo que tende a favorecer os ativos de risco. Refiro-me ao movimento de flexibilização da política monetária, que reduziu até agora a Selic de 13,75% para 11,75% ao ano.

Como evidenciado pelo último encontro do Copom, corroborado pela ata da semana passada, a tendência é mantermos um ritmo de corte de 50 pontos-base nas próximas reuniões, com uma margem limitada para uma aceleração desse processo, a menos que os dados indiquem a necessidade de uma abordagem distinta, como em situações de atividade econômica significativamente mais fraca do que o previsto.

Como mencionei anteriormente, não há grande urgência para acelerar o processo. 

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