Esquenta dos mercados: Bolsas iniciam 2024 em tom levemente positivo, à espera de indicadores nos EUA

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RESUMO DO DIA: Os investidores voltam das celebrações de ano novo ainda em ritmo lento, mas em tom majoritariamente positivo.

Lembrando que o Ibovespa fechou o último pregão de 2023 aos 134.185 pontos, praticamente colado na máxima histórica e com uma alta acumulada de 22%. Enquanto isso, o dólar encerrou o ano a R$ 4,85 e fechou 2023 com baixa de 8%.

Na manhã desta terça-feira (2), as bolsas operam em alta na Europa, sustentadas pelas ações das petrolíferas e com dados de atividade (PMI) melhores do que o esperado.

Já os futuros de Wall Street negociam próximo à estabilidade, também à espera dos indicadores mais importantes da semana, como a ata do Fed, que sai na quarta-feira, e o payroll, na sexta-feira.

Confira a seguir o que movimenta a bolsa e o dólar nesta terça-feira (2):


FUTUROS DE NOVA YORK ABREM NO VERMELHO

Os índices futuros de Wall Street começam o dia em leve queda.

Os investidores seguem de olho nos indicadores da semana, como a ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) e dados do payroll, na sexta-feira.

Confira:

  • S&P 500 futuro: -0,10%
  • Dow Jones futuro: -0,04%
  • Nasdaq futuro: -0,20%

BOLSAS DA EUROPA OPERAM EM ALTA NO PRIMEIRO PREGÃO DE 2024

As principais praças da Europa começam o dia com ganhos.

Assim como no final do ano passado, a expectativa com os cortes de juros nas principais economias do mundo é um dos fatores de alta das bolsas.

Confira:

  • DAX: +0,37%
  • FTSE 100: -0,16%
  • CAC 40: +0,04%
  • Euro Stoxx 50: +0,07%

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM O PRIMEIRO PREGÃO DO ANO EM QUEDA

Os principais índices asiáticos encerraram a sessão desta terça-feira majoritariamente em queda.

Os investidores acompanham os dados da economia chinesa, além de permanecerem de olho nas falas de representantes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).

A expectativa é de que haja alguma sinalização sobre o futuro dos juros por lá.

Confira:

  • Xangai: -0,43%
  • Hang Seng: -1,55%
  • Kospi: +0,55%
  • Nikkei: -0,23%

ONDE INVESTIR EM 2024: A VISÃO DO GESTOR

Ex-secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal fala com propriedade ao ser questionado sobre o cenário para 2024 nos fundos que comanda hoje como CEO da Bradesco Asset Management (Bram).

Tanto aqui quanto no exterior, o risco fiscal deve permanecer no centro das atenções dos investidores neste ano, de acordo com o executivo, responsável por um patrimônio de quase R$ 550 bilhões na gestora.

Lá fora, temos a dívida norte-americana e um déficit elevado pressionando os juros de longo prazo. Enquanto isso, o Brasil tem seus próprios desafios para colocar de pé o novo arcabouço fiscal.

Mas o tema dos riscos ocupou pouco tempo da entrevista de quase uma hora que Funchal concedeu ao Seu Dinheiro na sede da gestora de fundos do Bradesco. Ao contrário, o executivo se revelou até mais animado do que a média do mercado.

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