RESUMO DO DIA: Os investidores voltam das celebrações de ano novo ainda em ritmo lento, mas em tom majoritariamente positivo.
Lembrando que o Ibovespa fechou o último pregão de 2023 aos 134.185 pontos, praticamente colado na máxima histórica e com uma alta acumulada de 22%. Enquanto isso, o dólar encerrou o ano a R$ 4,85 e fechou 2023 com baixa de 8%.
Na manhã desta terça-feira (2), as bolsas operam em alta na Europa, sustentadas pelas ações das petrolíferas e com dados de atividade (PMI) melhores do que o esperado.
Já os futuros de Wall Street negociam próximo à estabilidade, também à espera dos indicadores mais importantes da semana, como a ata do Fed, que sai na quarta-feira, e o payroll, na sexta-feira.
Confira a seguir o que movimenta a bolsa e o dólar nesta terça-feira (2):
7h31
FUTUROS DE NOVA YORK ABREM NO VERMELHO
Os índices futuros de Wall Street começam o dia em leve queda.
Os investidores seguem de olho nos indicadores da semana, como a ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) e dados do payroll, na sexta-feira.
Confira:
- S&P 500 futuro: -0,10%
- Dow Jones futuro: -0,04%
- Nasdaq futuro: -0,20%
7h29
BOLSAS DA EUROPA OPERAM EM ALTA NO PRIMEIRO PREGÃO DE 2024
As principais praças da Europa começam o dia com ganhos.
Assim como no final do ano passado, a expectativa com os cortes de juros nas principais economias do mundo é um dos fatores de alta das bolsas.
Confira:
- DAX: +0,37%
- FTSE 100: -0,16%
- CAC 40: +0,04%
- Euro Stoxx 50: +0,07%
7h23
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM O PRIMEIRO PREGÃO DO ANO EM QUEDA
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão desta terça-feira majoritariamente em queda.
Os investidores acompanham os dados da economia chinesa, além de permanecerem de olho nas falas de representantes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).
A expectativa é de que haja alguma sinalização sobre o futuro dos juros por lá.
Confira:
- Xangai: -0,43%
- Hang Seng: -1,55%
- Kospi: +0,55%
- Nikkei: -0,23%
6h53
ONDE INVESTIR EM 2024: A VISÃO DO GESTOR
Ex-secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal fala com propriedade ao ser questionado sobre o cenário para 2024 nos fundos que comanda hoje como CEO da Bradesco Asset Management (Bram).
Tanto aqui quanto no exterior, o risco fiscal deve permanecer no centro das atenções dos investidores neste ano, de acordo com o executivo, responsável por um patrimônio de quase R$ 550 bilhões na gestora.
Lá fora, temos a dívida norte-americana e um déficit elevado pressionando os juros de longo prazo. Enquanto isso, o Brasil tem seus próprios desafios para colocar de pé o novo arcabouço fiscal.
Mas o tema dos riscos ocupou pouco tempo da entrevista de quase uma hora que Funchal concedeu ao Seu Dinheiro na sede da gestora de fundos do Bradesco. Ao contrário, o executivo se revelou até mais animado do que a média do mercado.
