Queda livre do Bitcoin? BTC amplia baixa e perde o patamar de US$ 41 mil. Veja o que mexe com as principais criptomoedas hoje

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A semana já começa no negativo para os investidores de criptomoedas. O bitcoin (BTC) perdeu o patamar de suporte de US$ 41 mil após amanhecer em queda nesta segunda-feira (22).

Por volta das 11h55, a maior moeda digital do mundo recuava 2,15% nas últimas 24 horas, a US$ 40.696,40, com uma baixa acumulada de 4,46% nos últimos sete dias.

Já o ethereum (ETH) caía 3,66% em um dia, negociado a US$ 2.371,00 no mesmo horário. Em uma semana, o ativo digital acumula um recuo de 5,93%.

O desempenho negativo dos ativos digitais vem na esteira do esfriamento do entusiasmo dos investidores em relação à aprovação do ETF (fundo de índice  negociado em bolsa) de bitcoin à vista (spot) nos Estados Unidos.

Confira o desempenho do bitcoin (BTC) e as outras nove maiores criptomoedas do mundo hoje:

#NomePreço1h%24h%7d%
1BitcoinUS$ 40.696,40-0,18%-2,15%-4,46%
2EthereumUS$ 2.371,00-0,49%-3,66%-5,93%
3TetherUS$ 0,9993-0,01%-0,01%-0,04%
4Binance CoinUS$ 310,20-0,31%-1,57%-1,38%
5SolanaUS$ 87,39-0,40%-5,01%-7,15%
6XRPUS$ 0,5276-0,53%-3,68%-8,02%
7USD CoinUS$ 1,000,01%-0,00%-0,01%
8CardanoUS$ 0,4946-0,56%-4,18%-7,25%
9DogecoinUS$ 0,08373-0,37%-4,46%+3,56%
10AvalancheUS$ 30,72-1,07%-6,13%-13,88%
*Fonte: CoinMarketCap às 11h55.

Para analistas do mercado, o recuo recente do bitcoin (BTC) e de outras criptomoedas trata-se de uma correção de preços, em uma realização parcial de lucros após uma valorização expressiva dos ativos digitais.

Vale lembrar ainda que o desempenho do mercado cripto mostra-se cada vez mais atrelado aos movimentos macroeconômicos — e novas questões no cenário global podem testar os preços das moedas virtuais nos próximos dias.

A agenda macroeconômica da semana reserva dados sobre o setor industrial e de serviços em países como Alemanha, Zona do Euro, Reino Unido e Estados Unidos, além da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). 

Nos EUA, o PIB do quarto trimestre, os pedidos de seguro-desemprego e o índice de preços para gastos pessoais (PCE, na sigla em inglês) de dezembro serão os destaques desta semana. 

Vale lembrar que o PCE é o dado preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) para medir a inflação, um dos principais balizadores da política monetária norte-americana. 



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