
As investigações sobre a morte do empresário Nelson Carreira Filho indicam que Marlon Couto Paula Júnior, suspeito de cometer o crime, utilizou o celular da vítima para enviar mensagens à viúva logo após o assassinato.
A troca de mensagens ocorreu no mesmo dia da morte de Nelson, em 16 de maio, durante uma reunião de negócios em Cravinhos, na região de Ribeirão Preto. Marlon ainda não se apresentou à polícia.
A polícia apurou que, após efetuar o disparo, Marlon utilizou o aparelho da vítima, que estava desbloqueado, para enviar uma mensagem à esposa dele às 12h47, afirmando que havia chegado para a reunião e conversava com os colegas.

Oito pessoas indiciadas
O inquérito policial foi concluído na segunda-feira (7). O delegado Heitor Moreira Assis indiciou Marlon Júnior, cinco familiares e dois prestadores de serviço pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, fraude processual, falsidade ideológica e falso testemunho.
A motivação apontada pela Polícia Civil envolve desentendimentos comerciais. Nelson, que morava em São Paulo, teria exigido R$ 100 mil de Marlon pelo uso indevido de uma marca de produtos para emagrecimento registrada em seu nome.
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