Avançar para o conteúdo

Caso Larissa: Justiça ouve testemunhas sobre morte de professora por envenenamento

Arte A — 728x90
Só restam 3 vagas
Cansado de
não ser chamado?
Currículo reestruturado para passar no ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes em 2026
Quero ser chamado
Resposta em 1h · Sem compromisso


A Justiça de Ribeirão Preto começa a ouvir, nesta terça-feira (9), as testemunhas de acusação no caso da professora Larissa Rodrigues, de 37 anos, morta por envenenamento em março.

Os réus são a sogra, Elizabete Arrabaça, e o marido, o médico Luiz Garnica, que estão presos desde maio e negam envolvimento no crime.

Segundo o MP (Ministério Público), 24 testemunhas que participaram da fase do inquérito policial foram convocadas para a audiência. “Essas testemunhas servem para confirmar que nós temos indícios de autoria de que os réus foram os responsáveis pela morte da Larissa”, explicou o promotor de Justiça Marcus Túlio Nicolino.

Presos preventivamente em Tremembé e Serra Azul, respectivamente, Elizabete e Luiz Garnica vão acompanhar os depoimentos de forma virtual, segundo o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

Arte A — 300x250
Só restam 3 vagas
Cansado de
não ser chamado
para entrevistas?
Reestruturamos seu currículo
para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes satisfeitos em 2026
Quero ser chamado
Resposta em até 1h · Sem compromisso
Consultoria de Recolocação · (16) 99126-8411

Após os depoimentos, o juiz do caso determinará se os acusados serão levados a júri popular. Vale dizer que a decisão pode não ser anunciada ainda nesta terça-feira.

Luiz Garnica é suspeito de envolvimento no envenenamento da professora Larissa - Foto: reprodução/ redes sociais.
Luiz Garnica é suspeito de envolvimento no envenenamento da professora Larissa – Foto: reprodução/ redes sociais.

Acusação do Ministério Público

O MP denunciou o marido e a sogra da vítima por feminicídio, com três qualificadoras: envenenamento, motivo torpe e cruel e uso de recursos que dificultaram a defesa da vítima.

Arte B — 300x250
Só restam 3 vagas
Aumente suas
chances de ser
chamado para entrevistas.
Reestruturamos seu currículo para passar nos filtros ATS, Gupy e LinkedIn.
+500 clientes satisfeitos em 2026
Quero minha análise
Resposta em até 1h · Sem compromisso
Consultoria de Recolocação · (16) 99126-8411

O médico também foi denunciado por fraude processual, por alterar a cena do crime no dia em que a professora foi encontrada morta no apartamento do casal, na zona Sul de Ribeirão Preto.

Ainda segundo a denúncia do MP, Luiz teria planejado o crime por enfrentar dificuldades financeiras e por não aceitar o fim do casamento, já que ele temia a divisão de bens após a esposa descobrir uma traição. O médico teria planejado o assassinato da esposa e a mãe do dele executou o crime.

Dados de GPS

Segundo a Polícia Civil, na véspera da morte de Larissa, Luiz Garnica teria entrado em contato com Elizabete Arrabaça, que permaneceu cerca de quatro horas no apartamento da nora.

O promotor Marcus Túlio Nicolino afirma o médico dormiu na casa da amante na noite anterior do crime para criar um álibi.

Durante a investigação, foi autorizada a extração dos dados móveis dos celulares do médico e da mãe dele, feita com base nas informações de geolocalização. Para o advogado do médico, os dados sugerem que Elizabete pode ter passado a noite toda com a nora.

“O sinal do celular da senhora Elizabete naquele dia só dá na [rua] Inácio Luiz Ferro, no apartamento do Luiz e da Larissa, então isso pode ir contra o próprio caderno de anotação do prédio”, afirma Júlio Mossin.

Apartamento onde Larissa Rodrigues e o médico Luiz Garnica moravam - Foto: reprodução/ EPTV.
Apartamento onde Larissa Rodrigues e o médico Luiz Garnica moravam – Foto: reprodução/ EPTV.

Vale dizer que no caderno de entrada e saída do prédio, segundo a polícia, consta que Elizabete entrou no edifício pouco antes das 21h do dia 21 de março e saiu por volta de 0h50 de 22 de março.

A Elizabete não nega que esteve no apartamento, só que é muito curioso porque ninguém viu ela entrar e sair. O zelador não viu, o porteiro não viu. Apareceu um registro de que ela teria entrado e saído que a gente não sabe quem escreveu, inclusive rasurado a hora da saída dela, então essas informações não batem. Isso nos dá o direito de pensar que além dela, pode, sim, outra pessoa ter ido lá

Bruno Corrêa, advogado de Elizabete Arrabaça

A defesa de Elizabete ainda atribui a uma falha tecnológica os dados de GPS apontarem que ela teria permanecido no aparta até a manhã em que Larissa foi achada morta.

*Com informações da EPTV e g1 Ribeirão Preto e Franca


SAIBA MAIS

Vereadores barram representação contra presidente da Câmara de Ribeirão Preto

FIQUE ON

Fique ligado em tudo que acontece em Ribeirão Preto e região. Siga os perfis do acidade on no Instagram e no Facebook.

Receba notícias do acidade on no WhatsApp. Para entrar no grupo, basta clicar aqui. Ou, acesse o nosso Canal clicando aqui.

Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ribeirão Preto e região pelo WhatsApp: 16 99117 7802.

VEJA TAMBÉM

Por que Itaú demitiu funcionários?





Source link