- Júri popular de Aline Fernanda de Siqueira Maschietto, acusada de tentativa de homicídio contra estudante de medicina, foi marcado para 16 de abril em Ribeirão Preto (SP).
- O crime ocorreu em março de 2022, em um hotel na avenue Presidente Kennedy, zona Leste da cidade, supostamente motivado por ciúmes.
- Durante as investigações, Aline foi para a Espanha, onde acusou o filho do presidente do Tribunal Constitucional espanhol de estupro; a denúncia foi retirada dias depois.
- As autoridades brasileiras localizaram a ré no país estrangeiro para responder ao processo.
O júri popular de Aline Fernanda de Siqueira Maschietto, acusada de tentativa de homicídio qualificado contra um estudante de medicina em Ribeirão Preto, em março de 2022, foi marcado para o dia 16 de abril.
Segundo o Ministério Público, o crime teria sido motivado por ciúmes, durante uma discussão em um hotel onde o casal estava, na avenida Presidente Kennedy, zona Leste da cidade. Na ocasião, testemunhas disseram que encontraram a vítima tentando conter a mulher.
No quarto do hotel, foram encontradas duas facas ensanguentadas jogadas no chão. O Samu precisou ser chamado para socorrer o estudante de medicina, que foi encaminhado para um hospital particular da cidade.


Brasileira se envolveu em escândalo na Espanha
Aline não chegou a ser presa na época do ocorrido e, durante as investigações, passou a viver na Espanha, onde se envolveu em um escândalo ao acusar o filho do presidente do Tribunal Constitucional da Espanha – equivalente ao STF no Brasil – por estupro.
Embora a denúncia tenha ganhado repercussão, ela foi retirada dias depois. Mesmo assim, o caso chamou a atenção das autoridades brasileiras, que localizaram a mulher no país.
Aline foi presa no país europeu e extraditada para o Brasil. Ela já estava detida há mais de seis meses no exterior e, ao retornar, permaneceu presa por mais quatro meses, até conseguir responder ao processo em liberdade.
O que diz a mulher?
Em depoimento, Aline Maschietto afirmou que agiu em legítima defesa contra o homem, que era estudante de medicina na época do ocorrido. No processo, inclusive, consta a foto de um celular que pertenceria a mulher e que teria sido atirado no chão pelo namorado.
À EPTV, a advogada da acusada, Tamara Bessa, afirmou que sua cliente é inocente e que isso será demonstrado durante o julgamento.
“A acusação diz que a suposta vítima, um homem de 1,90m de porte atlético, atleta da universidade de medicina que ele cursava à época, que ele não conseguisse defender de uma mulher de 1,50 metro com 40 e poucos quilos. Aline foi presa, teve a sua vida devastada, e será demonstrado na sessão plenária que Aline foi vítima de violência doméstica, que Aline sim sofreu tentativa de feminicídio, que ela se defendeu e que bom que ela se defendeu.”
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