Justiça marca audiência de instrução e julgamento de Elizabete Arrabaça

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A Justiça marcou para o próximo dia 31 de agosto, às 13h30, a audiência de instrução, debates e julgamento de Elizabete Arrabaça, acusada pela morte da filha, Nathália Garnica, em Pontal, na região de Ribeirão Preto.

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Nathália morreu no dia 9 de fevereiro de 2025, aos 42 anos. O Instituto Médico Legal (IML) de Ribeirão confirmou a presença de veneno de rato em três órgãos da mulher.

Inicialmente, o caso havia sido registrado como morte natural. A investigação ganhou um novo rumo após a morte de Larissa Rodrigues, nora de Elizabete, em Ribeirão. O laudo apontou envenenamento por chumbinho em Larisa e, após a exumação do corpo de Nathália, os exames também identificaram a presença de veneno.

Nesta fase do processo, serão ouvidas testemunhas e analisadas as provas para decidir se o caso seguirá ou não para julgamento pelo Tribunal do Júri.

“Pela quantidade de elementos que se apura nesse processo, eu acredito que os debates orais e sentença não aconteçam nessa audiência. Mesmo por que, essa audiência poderá ser fracionada , pois só de testemunha do Ministério Público temos onze”, disse o advogado Bruno Corrêa, que defende Elizabete Arrabaça.

O advogado também disse que a Justiça determinou, neste mesmo despacho que determinou a audiência de Elizabete, que seja arquivada a investigação contra os irmãos de Nathália, Luiz Antonio e Viviane Garnica.

A defesa ressaltou que Elizabete nega qualquer participação na morte da filha.

“Não existe nenhuma prova cabal. A única prova é que ela estava com a filha antes e tudo o que existe de testemunhas foi o ‘ouvir dizer’: dificuldades financeiras, jogatinas, tudo isso que foi descartado no processo Larissa [nora de Elizabete, que também responde a processo sobre morte por envenenamento], importado ao processo Nathália e que então será novamente questionado para demostrar que tudo isso é falácia e não existe esse nexo entre a morte e ela estar no local”, disse o advogado.

Elizabete segue presa em Tremembé há pouco mais de um ano. Ela aguardar decisão em uma terceira denúncia por tentativa de homicídio contra uma amiga em Pontal. (Com informações da EPTV e CBN Ribeirão Preto)

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Mãe é investigada por suspeita de medicar três filhos com remédio tarja preta no interior de SP

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Crianças teriam sido medicadas com remédio tarja preta – Imagem: Reprodução / EPTV

Uma mulher de 41 anos é investigada pela Polícia Civil por suspeita de administrar clonazepam, medicamento de uso controlado conhecido como remédio tarja preta, aos três filhos em Taiaçu, no interior de São Paulo.

Entre as crianças estão um bebê de seis meses, uma menina de três anos e um adolescente de 15 anos. A investigação apura a suspeita de que o medicamento teria sido utilizado para fazê-los dormir.

A denúncia

O caso teve início após o Conselho Tutelar receber uma denúncia sobre a possível administração do remédio às crianças. O órgão acionou a Guarda Civil Municipal (GCM), que acompanhou a ocorrência.

A Polícia Civil prendeu a mulher em flagrante no último sábado (27), por suspeita de maus-tratos contra menores de 14 anos. No entanto, a Justiça concedeu liberdade provisória durante audiência de custódia.

Crianças passaram por atendimento e exames

Após a denúncia, as três crianças seguiram para o pronto-socorro de Taiaçu e, em seguida, foram encaminhadas para um hospital em Bebedouro.

Segundo a Polícia Civil, o bebê apresentou o quadro mais grave, com intenso estado de sonolência. A equipe médica realizou atendimento na sala de emergência e manteve a criança sob monitoramento.

A menina de três anos e o adolescente de 15 anos também apresentaram sonolência, mas com menor intensidade. Os profissionais de saúde coletaram amostras para exames toxicológicos, que devem indicar se houve ingestão do medicamento.

O Conselho Tutelar informou que as três crianças passam bem e permanecem sob os cuidados de uma tia paterna.

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Foto: Reprodução / EPTV

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