Polícia investiga morte de Nathália Garnica como homicídio após laudo apontar veneno

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A Polícia Civil investiga a morte de Nathália Garnica como homicídio, depois de que Instituto Médico Legal (IML) confirmou a presença de veneno de rato em três órgãos dela, durante a exumação de seu corpo, em Pontal, a 40 quilômetros de Ribeirão Preto. Nathália, que morreu em fevereiro deste ano, era cunhada de Larissa Rodrigues, morta por envenenamento com chumbinho em março, em Ribeirão.

O resultado indicou que o produto ingerido por Nathália Garnica não é o mesmo que causou a morte de Larissa Rodrigues, apesar de pertencer à mesma classe de venenos utilizados em casos de envenenamento por chumbinho, embora tenha composição diferente.

A conclusão do exame toxicológico contraria uma carta enviada à Justiça por Elizabete Arrabaça, mãe de Nathália.

No documento, Elizabete, que passa a ser apontada como a principal suspeita da morte da filha, afirma que Nathália teria adulterado cápsulas de omeprazol com chumbinho em uma suposta tentativa de suicídio. Segundo a versão apresentada na carta, Larissa teria consumido as cápsulas posteriormente, de forma acidental.

A princípio, a Elizabete é a investigada [no caso da morte de Nathália]. Não posso falar se teve participação do Luiz [Garnica, irmão de Nathália e marido de Larissa] ou não, mas é lógico que ele também será investigado. Nós precisamos de provas para saber se efetivamente ele participou desse crime da Nathália também ou não,

disse o delegado Fernando Bravo, da Delegacia de Homicídios de Ribeirão Preto, durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (18).

Elizabete Arrabaça e o filho Luiz Garnica estão presos temporariamente suspeitos da morte de Larissa. Eles sempre negaram participação.

Mãe e filho deverão ser interrogados pela polícia na quarta-feira (25), no inquérito sobre a morte de Larissa, que pode ser encerrado na próxima semana.

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