
O motorista suspeito de fugir após atropelar uma mulher e seu filho na manhã da última quinta-feira (1º) se apresentou à Polícia Civil de Ribeirão Preto nesta sexta-feira (2). As vítimas, Eliene de Santana Maia, de 33 anos, e Guilherme da Silva Maia, de 6 anos, seguem internadas no Hospital das Clínicas – Unidade de Emergência (HC-UE).
Após prestar depoimento acompanhado por seus advogados, o condutor, de 25 anos, foi liberado.
O atropelamento ocorreu na rua Professor Felisberto Almada, em Bonfim Paulista, distrito na zona Sul da cidade, em trecho de acesso à rodovia José Fregonezi (SP-328), sentido à Ribeirão. Mãe e filho foram atingidos pelas costas enquanto caminhavam pelo acostamento. A mulher sofreu fraturas nas pernas, na bacia, no braço e no rosto, e Guilherme está no Centro de Terapia Intensiva (CTI) Pediátrico.
Testemunhas que estavam em um posto de combustíveis próximo relataram à polícia que alertaram o motorista após o impacto, mas ele seguiu viagem.
O delegado Ariovaldo Torrieri, responsável pela investigação do caso no 7º Distrito Policial, disse que o motorista alegou ter se distraído com a central multimídia do veículo em que estava, um Hyundai HB20 preto alugado. O veículo foi identificado pela GCM (Guarda Civil Metropolitana).
Ainda conforme o delegado, o condutor negou ter consumido bebida alcoólica antes de dirigir.
Ele alega que estava transitando pela rodovia, local dos fatos, e ele se distraiu em determinado momento com a central multimídia do carro, que é alugado, ele não tinha muito conhecimento do veículo, e ele sentiu o impacto. Ele olhou pelo espelho retrovisor, não viu nada na pista, achou que havia batido no guard-rail e seguiu seu trajeto
Ariovaldo Torrieri, delegado
O motorista ainda alegou ter tido conhecimento do que havia acontecido pela imprensa.
O delegado disse que, além de ter se apresentado espontaneamente, ele tem residência fixa e se colocou à disposição para ajudar as autoridades, como ao ceder o carro para perícia.
Torrieri explicou que a representação por prisão é possível em qualquer fase do inquérito ou do processo, desde que requisitos legais sejam preenchidos.
“A princípio, não existem requisitos legais”, afirmou o delegado.
O caso foi registrado como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e fuga de local de acidente.
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