- A Polícia Civil de Minas Gerais encerrou o inquérito sobre a lancha que tombou na represa do rio Grande na noite de 21/02, entre Rifaina (SP) e Sacramento (MG).
- O piloto, Wesley Carlos da Silva, 45, conduzia a embarcação sem habilitação e com documentação irregular, perdendo o controle e colidindo contra um píer.
- O acidente matou seis pessoas, entre elas a criança Bento Aredes (4 anos), e os laudos apontaram ingestão de álcool nas vítimas.
- O Corpo de Bombeiros registrou que 15 pessoas estavam a bordo após saírem de um bar flutuante; não houve indiciamentos.
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito sobre o acidente envolvendo uma lancha na represa do rio Grande, na noite de 21 de fevereiro, entre Rifaina, no interior de São Paulo, e Sacramento (MG). Seis pessoas morreram, incluindo uma criança.
Segundo a polícia, a embarcação encontrava-se com documentação irregular, e o piloto, Wesley Carlos da Silva, de 45 anos, não possuía habilitação para conduzir a lancha. O Corpo de Bombeiros informou à época que 15 pessoas estavam na embarcação, após saírem de um bar flutuante.
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Os laudos periciais indicaram que as cinco vítimas que morreram no acidente, incluindo o piloto, apresentavam ingestão de álcool. A exceção foi a criança.
Além do condutor, morreram Juliana Fernanda de Oliveira Silva Ferreira, 40 anos, Viviane Aredes, 36 anos, o filho Bento Aredes, 4 anos, Erica Fernanda Lima, 40 anos e Marina Matias Rodrigues, 22 anos.


Sem indiciamentos
Conforme a Polícia Civil, a investigação indicou que o condutor perdeu o controle da embarcação e colidiu contra um píer, o que causou o tombamento da lancha e o afogamento das vítimas.
“Considerando que o responsável pela condução da embarcação também veio a óbito, não houve indiciamento, tendo em vista a extinção da punibilidade”, disse a polícia, por meio de nota de imprensa.
Todo o processo foi relatado e encaminhado ao Poder Judiciário para o arquivamento do caso.
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